Muito mais que uma editora… Uma filosofia de vida!
Publicado por Gerente Editorial em 09 Out 2006 | sob: Editor, Madras, Muito mais que uma editora… Uma filosofia de vida!

A própria felicidade, embora seja um bem universal, não pode ser imposta aos outros. Qualquer reforma que não esteja de acordo com a vontade Divina gera desarmonia. As coisas só são feitas de modo bom e correto se estiverem em sintonia com a Lei Universal e o Amor Divino.
Faço tudo com muita simplicidade. Uno meu corpo e minha mente.
Meu maior lazer é o meu trabalho. Minha religião é a minha família, por quem tenho um grande amor. Abraço o mundo como um amante.
Cortejo minhas dúvidas e a minha escuridão com o preço diário do esforço para obter conhecimento, desenvolvendo a capacidade de aceitação da conseqüência do viver e do morrer.
Não tenho medo de ser aceito e tento despertar todos os meus sonhos, pois o meu desejo é a minha vontade. Assim conduzo os meus atos.
Edito e produzo a minha verdade; e mesmo sendo criticado, continuo, pois não o faço para ser aplaudido. Tenho convicção de que a minha estrela brilha, para mim e para os meus, e que a minha vida vale a pena. Preocupo-me muito mais com o meu caráter do que com a minha reputação, porque o meu caráter é o que EU realmente SOU, enquanto a minha reputação é apenas o que os outros pensam de mim.
Todos nós possuímos talentos e temos uma missão, mas nem sempre os nossos sonhos combinam com esses atributos e, na incerteza, acabamos comprometendo os três. Então, aprenda que o verdadeiro caminho é o que lhe dá satisfação e que o seu primeiro pensamento é o verdadeiro sentido de sua vida (intuição).
Cada ser é único, e quando cruzamos os nossos caminhos, sempre trocamos um pouco de nós mesmos. Uns deixam um pouco; outros levam um pouco.
É nessa troca que nos deparamos com a eterna luta do bem e do mal, das trevas contra a Luz, da regressão contra a evolução. Essas são partes do grande jogo, o Maha Lila.
Pessoas invejosas criam histórias absurdas em suas mentes doentias. Pela sua inferioridade e incapacidade de realizar, caluniam, difamam os que possuem vontade e sabem fazer. Enfim, peço que o Universo cuide deles. Isso me faz lembrar a fábula “A raposa e as uvas”, de Esopo.
Aprendi a seguir religiosamente os ensinamentos deixados por nossos ancestrais: O dever mais nobre de qualquer sábio, sendo ele um artesão ou filósofo, é o de transmitir adiante, e de forma saudável, o seu conhecimento, doa a quem doer, pois os inaptos a realizar somente criticam aquilo que não são capazes de fazer, mas, no fundo, gostariam de estar em nosso lugar.
Meus queridos leitores, a Madras Editora vem superando seus obstáculos e crescendo cada vez mais, com a ajuda de muitos colaboradores.
Nossas obras não estão baseadas somente na crença de Deus, mas no conhecimento das Leis pelas quais Ele se manifesta no Universo.
Não defendemos esta ou aquela religião. Trazemos publicações do mundo todo e traduzimos para o nosso idioma o que julgamos ser imprescindível a todo buscador, mostrando o real valor da Espiritualidade, e não da Religião.
Que a Verdadeira Luz ilumine a todos nós, para que possamos ser seus canais e trabalharmos para a conquista da Paz tão sonhada por todos.
Que o Grande Arquiteto do Universo nos ajude na construção de um mundo mais justo e perfeito, e que o Livro seja um de seus instrumentos!
Que o Senhor Ganesha, manifestação Suprema da Verdade, retire todos os obstáculos de nossos caminhos, materiais e espirituais. E permita que possamos estar sempre em equilíbrio e harmonia em nossas relações.
Eu Sou o que Sou,
Wagner Veneziani Costa
Presidente da Madras Editora
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Sem dúvida a Madras é muito mais do que uma Editora, a maior editora holística da América do Sul. Sou testemunha disso e à frente dela está nosso editor. Ele injeta dinamismo e um “gás” todo especial, espiritual, a um grupo de pessoas que tomei a liberdade de chamar de “família”.
A Madras cumpre uma grande missão e o espírito que a anima é o Wagner.
Mas, todos nós, escritores, leitores, funcionários e amigos da Madras partilhamos da mesma responsabilidade e compromisso tacitamente assumidos com a evolução da humanidade.
A cultura atual precisa mudar seus paradigmas e o homem precisa adotar novos valores e comportamentos. Cabe a todos nós darmos o exemplo e incentivar a que todos despertem e desenvolvam o que têm de melhor dentro de si. Afinal, somos o centro de nosso próprio mundo ou universo e, todo centro é divino….
Oi, Wagner.
Se vc não se lembra de mim, consulte o teu catálogo. Estou lá. Nos falamos pessoalmente em 2001, eu acho, na Bienal do Rio. Trabalhei no seu stand com meu pêndulo. Desde então, mudei bastante. Me tornei escritora full-time. Apesar de para mim 1200 livros vendidos não ser medida de sucesso, tem gente que acha a glória. E tem valido a pena pelo testemunho de leitores, que tiveram sua vida afetada pelo meu Fases da Lua.
Tenho um livro novo, com um texto forte e comovente: um mito moderno de almas gêmeas. Chama-se Hierosgamos, gostaria que vc o avaliasse. Estou querendo também publicar uma coletânea de crônicas do meu blog, confere lá: www.thenewdao.com.
No mais, endosso o teu lema: eu sou o que sou, amém. Um ser humano feito à imagem… Sigo pela vida trasmitindo o meu recado.
Grande abraço, Noga
Olá, Wagner!
Apesar de estar apenas há dois anos na Ordem, meu ânimo por conhecer cada vez mais as diferenças entre o Profano e o Divino, e entre o homem comum e o iniciado nos Mistérios da Maçonaria, aumenta a cada dia e a cada leitura. Atualmente leio dois livros da Madras: “Maçonaria, Escola de Mistérios” e “O Livro de Riham”.
Venho escrevendo alguns textos sobre variados assuntos, sobretudo ligados ao Divino e à Maçonaria e um deles, pequeno, intitulei “Entre o Mundo Profano e o Mundo Divino” e encaminhei aos IIr:. de minha Loja “Virtude e Razão”, do Rito Moderno.
Lembrei-me dele ao ler o texto acima, sobre a Editora MASDRAS, que situaria, juntamente com o Ir:. , em constituírem um eleo entre o Profano e o Divino (Maçônico) no meio editorial brasileiro.
Sua filosofia é a de um Justo, no caminho da perfeição, cujos passos poderiam ser seguidos por outros IIr:. tão entronizados com a Ordem quanto tens sido. Pois sou mais um entre esses IIr:. e parabenizo-o pelo sucesso alcançados pela Editora e pelo Ir:.
Segue o texto a que me referi…
“Entre o Mundo Profano e o Divino
No Mundo Profano, vivemos agruras relacionadas a toda forma de convívio com as outras pessoas, seja porque estejamos quedados pelas armadilhas das máscaras que diariamente temos de ostentar — muitas vezes para evitarmos conflitos desnecessários, sem propósitos —; seja porque deixamo-nos, quase invariavelmente, quedar pelos vícios tão propalados quanto combatidos, mas muitas vezes irresistíveis — porquanto não tenhamos lapidado ainda nosso espírito como desejamos —, tais como a intolerância, a vaidade, o orgulho, a inveja ou a cobiça. Ainda nos surpreendemos por revelarmo-nos em nossas atitudes no dia-a-dia com repreensíveis manifestações de crítica, imposturas proverbiais, insensibilidade, falas e maneiras egóicas ou mesmo grosseiras.
Somos levados a atitudes vis e absolutamente descompromissadas pelas influências maléficas daqueles que já não guardam esperanças em seu íntimo para a renovação e o enfrentamento das vicissitudes diárias com determinação e fervoroso otimismo e fé na Suprema Ordem das Coisas, que criou e orienta a vida neste Mundo.
Mas, havemos de nos lembrar que para o Grande Arquiteto do Universo, o Mundo físico em que nos encontramos emaranhado, é apenas a escola da vida que Ele engendrou para o nosso progresso espiritual. Mas, ainda nos permitiu em vida adentrarmos no Mundo Divino, para mais facilmente aprendermos, iluminarmo-nos, elevarmo-nos espiritualmente, tal como a Ordem Iniciática a que pertencemos.
Contrário à idéia de um “Mundo Profano”, temos a idéia de um “Mundo Divino”, não necessariamente religioso, não necessariamente temente a uma ordem de valores morais transitórios e impessoais, mas, e, sobretudo, tendente ao crescimento interior, ao progresso moral pessoal, ou, como mais propriamente há de dizer-se, com o processo de autoconhecimento, que forçosamente nos leva à melhor compreensão da vida, com abertura consciencial que liberta e esclarece.
Assim é que, se o Mundo Profano nos impele à direção contrária do nosso processo de autoconhecimento, da abertura consciencial, com a superação dos vícios, pelo incessante desbaste da pedra bruta de nosso íntimo, e da gnose da vida pelo estudo e pelo debate, já temos ao nosso alcance as ferramentas, os instrumentos para afastar os vícios e as injustiças, porquanto com eles podemos voltar-nos ao desbaste e ao polimento dessa pedra bruta, após nosso renascimento e o vislumbre da Luz, ainda que tênue e mesmo assim ofuscante para o verdadeiro Iniciado.
Ao encerrarmos os trabalhos de nossas augustas oficinas, cabe ao Venerável lembrar-nos de que “a Luz que ilumina o Templo deverá irradiar-se por todo o Universo”, deixando clara a lembrança de que os seus obreiros devem diligenciar para o progresso dessa Humanidade, levando-lhes mensagens de mais otimismo, autoconfiança e esperança no porvir, propugnando pelo trabalho, pelos valores culturais que teve o homem capacidade de desenvolver, pela beneficência e solidariedade que lhe é inerente expressar, pois ainda se encontra essa Humanidade envolta em penumbra, ainda inconsciente de seus valores e da Luz que também poderia vislumbrar.
Por isto é que se revela estranha para o Iniciado a influência do Mundo Profano sobre o Mundo Divino, porquanto deva ser justamente o contrário: O Mundo Divino é que deve influenciar o outro, pois constitui dever daquele, que teve a oportunidade de ver a Luz, levar essa impressão ao profano que, desorientado e ignorante de seus próprios desígnios, não a enxerga e nem enxerga a si mesmo.
Não se haveria, portanto, de se permitir que as agruras e vicissitudes do dia-a-dia do Mundo Profano façam-nos quedar em vícios já conhecidos e golpeados pelo cinzel da nossa vontade e pela força do maço que já ostentamos, como um daqueles instrumentos. Afinal, já iniciamos a construção de nosso Templo interior, reconhecendo-nos homens livres e de bons costumes.”