SEU PENSAMENTO PODE TRANSFORMAR O SEU MUNDO , AGORA!
Publicado por Editor em 21 Mai 2008 | sob: Editor, Seu pensamento pode transformar o seu mundo, agora
Meus Amigos, Clientes, Frateres, Sorores, Fornecedores, Irmãos e Irmãs,
Recebam os meus mais verdadeiros votos de Luz, Amor e Paz!!!
“Nossos pensamentos e crenças são a causa de tudo o que nos acontece, são os agentes desencadeadores de toda a realidade que nos cerca. Devemos mudar o paradigma de sermos vítimas para o de sermos responsáveis por tudo o que nos acontece.”
O processo do autoconhecimento é lento e muito difícil, ou melhor, é bastante delicado, pois depende única e exclusivamente de cada um de nós. O Universo nos oferece os instrumentos, mas somos nós que temos de tocar as notas certas da grande sinfonia da vida. Para isso, temos de ficar ligados e sensíveis a tudo o que nos acontece, e também a tudo que vibra ao nosso redor… Não é fácil entender as “lições que a vida nos dá”, nem como ela transmite seus ensinamentos todos os dias…
Precisamos urgentemente interagir com a Mãe Natureza. Buscar lá no fundo do nosso Ser o nosso verdadeiro “Eu”, para nos conhecermos melhor… Não devemos nos omitir simplesmente por querer agradar aos outros. Temos que ousar! Sermos nós mesmos, como tudo na Criação. Sermos tão naturais quanto a própria Natureza…
Está na hora de buscarmos as nossas “Verdades” e não as verdades dessa sociedade podre e corrompida que vive de acordo com seus interesses particulares. Livremo-nos da prisão de nossa própria mente apegada às coisas mundanas… De conceitos prontos, preestabelecidos, que nos foram impostos pela família, pela sociedade ou pela religião… Dessas religiões vazias e hipócritas contaminando-nos com os seus “tais pecados”.
Mas, o que é pecado? Nada é pecado, tudo é possível, não existe certo ou errado… Tudo depende do ponto de vista de quem vê a situação. O que ocorre é que geralmente tememos deixar de existir, nossos egos temem deixar de ter vida. Com isso, muito deixamos de ganhar, pelo simples medo de tentar operar a mudança interior, por meio da qual tudo se transforma no nosso exterior.
Nessas horas, precisamos mergulhar para dentro de nós mesmos e descobrir, de fato, quem somos… E tenha a mais absoluta certeza de que você não irá se decepcionar… Meditemos sobre nossos pensamentos, atitudes, palavras, gestos, olhares, defeitos, qualidades… O que realmente nos faz bem… Então, siga o seu caminho, não o caminho do outro… Você é único e, por isso, diferente… Não existem iguais. Existem apenas semelhantes!
Muitos de nós vivemos e lutamos em nome da liberdade. E eu pergunto: o que é ser livre? Alguns vão defender: “o meu ‘pensamento’, a minha mente”… E eu volto a questionar: como um ser ignorante de si mesmo pode ser livre?
David Bohm, em sua obra O Pensamento Como um Sistema, Madras Editora 2007, toma como ponto inicial o papel do pensamento e do conhecimento em cada plano relacionado às questões humanas, partindo de nossas reflexões pessoais sobre identidade individual até nossos esforços em moldar uma civilização “tolerante”. Ao falar sobre os princípios que envolvem a relação mente-matéria, o professor Bohm rejeita a noção de que os nossos processos mentais retratam, de forma neutra, o que está presente no mundo objetivo. Ele explora a maneira como o pensamento participa ativamente na formação das nossas percepções, sentidos e atividades diárias. Bohm sugere, ainda, que o pensamento coletivo e o conhecimento têm se automatizado e que somos controlados por eles, com uma subseqüente perda de autenticidade, liberdade e ordem.
O mundo atravessa uma fase ruim, nossos valores mais caros estão perdidos. Preferimos “ignorar” a “ajudar” o próximo. E isso me faz refletir profundamente no texto de um dos maiores homens que viveram em nosso Planeta, Charles Chaplin, proferido no final do filme O grande Ditador, que é um dos mais belos textos pacifistas já escritos, um legado para todas as gerações, pois não ficou preso a um contexto social ou político, nem ficou parado no tempo:
Nós continuamos a luta pela paz, pela esperança. Nós ainda queremos um mundo melhor para os nossos filhos… Mas nos acomodamos nas trincheiras dos sentidos.
A cobiça envenenou a alma do homem… Levantou no mundo as muralhas do ódio… E tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e aos morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência tornou-nos empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas duas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.
A aviação e o rádio aproximaram-se muito mais. A próxima natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade do homem… Um apelo à fraternidade universal… à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhões de pessoas pelo mundo afora… Milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas… vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir, eu digo: Não desespereis! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia… Da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem, e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, enquanto morrem os homens, a liberdade nunca perecerá.
Soldados! Não vos entregueis a esses brutais… Que vos desprezam… Que vos escravizam… Que arregimentam as vossas vidas… Que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como um gado humano e que vos utilizam como carne para canhão! Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da Humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar… Os que não se fazem amar e os inumanos.
Soldados! Não batalheis pela escravidão! Lutai pela “liberdade”! No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o Reino de Deus está dentro do homem – não de um só homem ou um grupo de homens, mas de todos os homens! Está em vós! Vós, o povo, tendes o poder – o poder de criar máquinas. O poder de criar felicidade! Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela… De fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto – em nome da “democracia” – usemos esse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo… Um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice…
É Pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da “democracia”, unamo-nos.
Hannah, estás me ouvindo? Onde te encontres, levanta os olhos! Vês, Hannah? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam! Estamos saindo da treva para a luz! Vamos entrando num mundo novo – um mundo melhor, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade. Ergues os olhos, Hannah! A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar. Voa para o arco-íris, para a luz da esperança. Ergue os olhos, Hannah! Ergue os olhos!
E por que não mudamos já?
Não mudamos porque buscamos em livros, palestras, doutrinas, seminários ou cultos apenas a confirmação de nossas crenças. Não nos abrimos ao novo, ao que, na realidade, a vida tenta nos passar, mostrar e ensinar. Nossas crenças nos trouxeram até onde estamos. Para seguirmos adiante, precisamos quebrar os paradigmas atuais. Temos de questionar a realidade e todos os fatos… Obviamente, enquanto continuarmos a repetir as mesmas ações, nossos resultados serão sempre os mesmos todos os dias, não há como ser diferente. Quem planta maçã, não colhe morango!
Não mudamos porque gostamos de ser o que somos e como somos… Estamos acomodados e acostumados a viver o que vivemos e como vivemos; não nos damos chances para experimentar algo diferente… Na verdade, temos medo de tudo que não conhecemos… O novo nos assusta, pois nos leva a fazer escolhas, a nos desapegar de muitas coisas, requer atitude, e isso nos leva a viver na eterna ignorância… Não nos permitimos vislumbrar a Luz, que está logo ali à nossa frente, para nos dar a direção do caminho promissor que buscamos: o da sabedoria, da criação, da alegria, da prosperidade, da saúde, ou qualquer outro que seja o nosso objetivo na vida. E para isso, basta dar o primeiro passo…
Religiões novas aparecem todos os dias em nossos horizontes, prometendo operar verdadeiros milagres… Ora, nós é que somos os Deuses e Deusas deste Planeta… Somos nós, apenas isso, nós mesmos, os grandes milagres da vida… Irmãos, por favor, não confundam Espiritualidade com religião…
Nossa forma de ser, nosso comportamento, nossos pensamentos estão tomados por mecanismos de defesa que nós próprios criamos, adquiridos por meio de experiências, sofrimentos e dores vivenciados ao longo de nossa existência. Fomos construindo-nos, moldando-nos, para evitar as sensações de dor e estimular as sensações de prazer.
Não mudamos porque nos falta vontade, força, honestidade, sinceridade, capacidade de renúncia. Uma mudança, uma transformação, significaria deixarmos de ser quem somos. E, como somos apegados a nós mesmos, ao que somos ou ao que achamos ser, reagimos negativamente à possibilidade de uma mudança. Tememos nos transformar em algo que os outros não vão gostar. Tememos perder o pouco que temos ou achamos ter, e nos esquecemos da Morte, que quando vem… vem… Tememos ser rejeitados, perder a popularidade, a fama, o status, a consideração, os prazeres. Tememos deixar de existir, nossos egos temem deixar de existir. Mas, tenha a mais absoluta certeza de uma coisa: após sua morte, só lembrarão de você cinco minutos… Isso mesmo, só cinco minutos!!! E o Universo esquecerá que você um dia visitou nosso Planeta.
Então, por que não mudar? Por que não gostar mais de si mesmo, ou melhor, por que não se amar de verdade e parar de se preocupar com o que os outros vão dizer ou pensar de você? Pense você em você! Seja você mesmo! Permita-se mudar agora mesmo, você pode, é só querer… A poderosa força do Universo está com você!
Geralmente, acreditamos que, por freqüentarmos uma religião, por conhecermos e seguirmos certas teorias, doutrinas, conceitos morais e éticos, estamos mudando, evoluindo. Mas, na verdade, o que estamos fazendo é apenas nos aprisionarmos em celas (cadeia) mais bonitas. Precisamos expandir esses exemplos, explorá-los e compreendê-los. Devemos meditar muito, rogar a essa Divindade Interior maravilhosa, à nossa Mãe Divina, ao nosso Pai Interno, que nos livre do auto-engano, da ilusão, e nos mostre a “verdade”.
Mas, por outro lado…
Tudo no Universo opera por meio de vibração. Nosso corpo é constituído de átomos, que são cercados por elétrons que giram em velocidades tão grandes que os cientistas não conseguem saber onde o elétron está em determinado momento. Imagine bilhões de átomos cercados de elétrons dentro do seu corpo e você vai ter uma idéia do que estou falando. Estamos em movimento constante…
Mas a vida reserva bem mais surpresas, se formos mais a fundo nas pesquisas. O átomo deixou de ser a menor partícula há muito tempo. Os cientistas descobriram o táquion. Ele tem uma propriedade interessante: existe e não existe. Uma hora ele está lá, na outra não está. Seguindo alguns cálculos, os pesquisadores descobriram que essa partícula pode viajar no tempo; pode estar no futuro e no passado, ou seja, viaja muito. O interessante é que você precisa procurar bem fundo na estrutura da matéria para ir encontrando essas partículas, o que nos leva à seguinte conclusão: proporcionalmente, há mais vazio dentro de você do que há na sala/quarto em que você está.
Táquion é um vocábulo derivado do grego, que quer dizer “rapidez”. São partículas subatômicas que se movem mais rápidas do que a velocidade da luz. Ainda apenas “teóricas” nos meios científicos ortodoxos, essas partículas foram inicialmente investigadas por Nikola Tesla, o engenheiro eletrônico que desenvolveu o primeiro motor elétrico produzido em massa pela Westinghouse. Você pode conhecer um pouco mais a respeito da vida e obra desse cientista lendo a obra As Fantásticas Invenções de Nikola, de David Hatcher Childress e Nikola Tesla, Madras Editora.
David Wagner, observando mais profundamente o controvertido trabalho de Tesla, desenvolveu um processo que chama de Quality of One, o qual ele acredita que pode transformar certas substâncias naturais em permanentes antenas de táquions. Essas substâncias são então colocadas sobre e ao redor do corpo, habilitando-o a atrair grandes quantidades de energia táquion que, por sua vez, ajuda na desintoxicação, aumenta a absorção de vitaminas e minerais, expande a energia, cura mais efetivamente e aprofunda a meditação. Os resultados dos experimentos de David habilitaram-no a curar o seu próprio corpo e a ajudar milhares de outras pessoas.
Eu então me pergunto: será que essa energia que Nikola Tesla já conhecia, o “Táquion”, é parte de uma força universal da qual todos fazemos parte e que, portanto, se transformava em uma “ponte” entre a energia de nossas consciências e a do Universo?
Voltando ao assunto vibração, o que nos diferencia de uma pedra é, grosso modo (e materialmente falando), exatamente a vibração. A estrutura das pedras tem um padrão vibratório mais baixo, portanto, mais denso. Eis uma historinha interessante para ilustrar este caso:
Uma aluna de Einstein estava passando pelo pátio da Universidade de Princeton e viu seu mestre parado em frente ao chafariz, balançando a mão rapidamente na frente dos seus olhos. Curiosa, ela foi lá perguntar a Einstein o que ele estava fazendo. Então, ele apontou para o jorro d’água que caía do chafariz, depois mandou que ela fizesse a mesma coisa que ele. Ao passar a mão rapidamente na frente dos olhos, a pessoa “quebra” o efeito de permanência da vista, que é um “defeito” dos olhos, responsável pela movimentação fluida com a qual vemos as coisas (e que nos faz imaginar o movimento perfeito numa seqüência de apenas 24 cenas por segundo). O resultado é que ela conseguia distinguir os pingos d’água caindo, em câmera lenta, em vez do jorro constante.
Onde eu quero chegar com tudo isso? Vibração! Nós vivemos numa grande e tola ilusão sensorial, que os hindus chamam de Maya. Tudo o que somos, tudo o que temos, não passa de um agregado de matéria em estado bruto, réplicas mal-feitas de uma realidade cada vez mais sutil. Sócrates também chegou a essa conclusão com o seu mundo das idéias, em que existe a “idéia cavalo” antes mesmo de existir o cavalo em sua cópia grosseira. Sabiamente, os hindus dizem que o véu de Maya é como uma teia de aranha: esconde, mas também mostra. Se souberem como olhar, claro.
Portanto, caro leitor, se você mudar o foco para o que tem ATRÁS da teia da aranha, vai perceber mais detalhes de um novo mundo. Experimente, e veja quão fantástica pode ser a teia da vida!
Eu Sou Você e Você Sou Eu!
Somos Apenas Um!
Eu Sou, Wagner Veneziani Costa
Fontes:
BOHM, David. O Pensamento Como Um Sistema. Madras Editora, 2007.
BALOTA, Fabio Ferreira.
CHAPLIN, Charles, em O Grande Ditador.
CHILDRESS, David Hatcher e TESLA, Nikola. As Fantásticas Invenções de Nikola Tesla. Madras Editora, 2005.
COSTA, Wagner Veneziani. Maçonaria – Escola de Mistérios – A Antiga Tradição e Seus Símbolos. Madras Editora, 2006.
www.vivendodaLuz.com.br
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