SEU PENSAMENTO PODE TRANSFORMAR O SEU MUNDO , AGORA! MOISÉS EXISTIU ???

SOMOS NÓS QUEM CRIAMOS A NOSSA REALIDADE!

21 de Maio de 2008 às 14:47 Editor  | Enviar por e-mail Hits para esta publicação: 869

A todos os meus Amigos, Parceiros, Irmãos, Irmãs, Clientes e Leitores,

Recebam os meus mais Sinceros Votos de Luz, Amor e Paz!!!

Permitam-me manifestar o meu ponto de vista…


EU SOU a Presença de Deus em Ação.
EU SOU a Chama Trina deste coração, que transborda Luz, Amor e Paz!!!
EU SOU a porta aberta que ninguém poderá fechar.
EU SOU o que EU SOU.

“Não digais: Encontrei a verdade. Diga, de preferência: Encontrei uma verdade. Nenhum homem poderá revelar-vos nada senão o que já está adormecido na aurora do vosso entendimento. O astrônomo poderá falar-vos de sua compreensão do espaço, mas não vos poderá dar sua compreensão, porque a visão do homem não empresta suas asas a outro homem. E assim como cada um de vós se mantém só no conhecimento de Deus, assim cada um de vós deve ter sua própria compreensão de Deus e sua própria interpretação das coisas da Terra”.


(Gibran Khalil Gibran)

Uma coisa é você ser um cientista e dizer que não há evidências científicas que suportem eventuais teorias; outra é dizer que, por não haver tais evidências, o que a outra pessoa acredita é uma bobagem que pode ser facilmente explicada e, então, inventar uma explicação pseudocientífica que poderia ser dita pelos padres ou por qualquer pessoa imaginativa que queira desacreditar alguém (é como dizer a um piloto de avião que avista um óvni: “Você viu o planeta Vênus, amigão, e por causa de um problema de pressão na cabine, o ar rarefeito fez você achar que o planeta estava dando piruetas… não há nada com o que se preocupar!”).

A cada dia que passa, fica mais claro e evidente que somos nós mesmos quem controlamos os comandos de nossos movimentos, a partir dos quais prevejo os efeitos que podem ser decisivos e extremamente importantes, em cujo caso sinto e assumo por eles total responsabilidade.

A única inferência possível e que, a partir disso, imagino, é que Eu – no sentido mais amplo da palavra, ou seja, toda mente consciente que jamais disse ou sentiu o “EU” – sou a pessoa, se é que existe alguma, que controla “o movimento dos átomos”, de acordo com as Leis da Natureza.

A idéia, em si, não é nova. Os registros mais antigos datam, até onde sei, de 2.500 anos atrás. Desde os primitivos Upanishades (textos sagrados da Antiguidade), no pensamento indiano, a identificação de ATHMAN = BRAHMAN (o Eu pessoal iguala-se ao Eu Eterno, Onipresente e Onisciente) representava a quintessência da mais profunda intuição quanto aos acontecimentos do mundo. O maior empenho de todos os estudiosos da escola Vedanta era, após o aprendizado dos movimentos dos lábios para a pronúncia correta, realmente assimilar em suas mentes esse pensamento, o mais grandioso de todos.

Nossa realidade é uma extensão de nossa imagem, ou seja, SOMOS NÓS QUEM CRIAMOS A NOSSA REALIDADE! Por isso, torna-se imprescindível vigiarmos nossos pensamentos, dirigirmos nossa mente e nossas ações… Como ensinam os Mestres Ascensionados, somos aquilo que acreditamos ser.

Toda vez que pensamos, canalizamos os nossos desejos de vida para nosso centro mental criativo. Quanto mais criatividade, mais emoções e mais definições de formas e cores colocamos em nossos pensamentos, mais energia é adicionada e mais consciente é o nosso pensamento. Isso potencializa as realizações.

A vida espera que usemos mais nossa imaginação e, quando respondemos para a vida com criatividade, ela nos responde com realizações. Então, tudo o que imaginamos podemos realizar. Essa realização tem início quando idealizamos um plano, um projeto, e se concretiza à medida que colocamos nossa determinação em ação. E não se esqueça de que toda ação gera uma reação. Por isso, é de sua total responsabilidade toda ação; por isso, é muito importante que você tenha consciência de suas ações.

Muitas pessoas não entendem o significado de minhas palavras, e isso leva a uma interpretação contrária ao que realmente tudo isso quer dizer. É lógico que acredito na espiritualidade, nas forças externas (energias), pelas quais pratico Magia e tento, além do pensar e do agir, conduzir as forças naturais (energias) para que, juntamente com a minha intenção, auxiliem na conquista dos meus planos e projetos. Não acredito nos “ismos”, em uma religião em particular, e sim, na natureza tal como ela é. Por isso, torna-se necessário conhecermo-nos completamente, assim como o que nos cerca…

É preciso identificar o conhecimento tradicional como sabedoria, a fim de facilitar a conscientização das pessoas quanto à necessidade de respeitar a natureza. Isso, por sua vez, promoveria o compromisso para a igualdade de direitos, o respeito ao meio ambiente e a minimização do racismo. A ciência, então, deve de ser substituída pela natureza holística da sabedoria indígena para entender como uma ação afeta todas as partes e não somente as que estão sendo estudadas independentemente do que as rodeia. Isso também restaurará o balanço entre o ser humano e a terra, a harmonia com o Universo e a natureza.

Hoje já podemos entender que o Universo é vivo e se expande infinitamente, envolvido por todo tipo de vibrações e partículas, e que somos partes constituintes desse mesmo Universo.

O século do Universo Holográfico

O século XXI é o século da conscientização da quadridimensionalidade da existência. A ciência já começa a provar isso com a teoria do Universo Holográfico. E é sempre bom não esquecermos que o Universo esta em constante expansão. Somos um sistema biológico participante, funcionando dentro da biosfera deste planeta, interpenetrados e influenciados pelas energias ao nosso redor, inclusive as energias planetárias, pois cada planeta tem uma energia específica.

Pensando em tudo isso, gostaria de sugerir um filme, isso mesmo, um filme cujo título é “What the Bleep Do We Know”, que chega ao Brasil com o nome de “Quem Somos Nós?” Esse é um daqueles filmes que não é para ser visto entre um compromisso e outro, ou com pessoas conversando ao lado. Ele exige atenção integral; ainda assim, você vai querer assisti-lo novamente para entendê-lo melhor. Relacionado a esse filme, quero lhes falar de um livro-guia que lançaremos nos próximos meses (Título; autor; editora (VER COM CAROL, JÁ TEM EDITORA COM ELE).

Por considerá-lo de interesse geral, tomo a liberdade de citar alguns trechos desse magnífico filme:

“Fomos condicionados a crer que o mundo externo é mais real que o
interno. Na ciência moderna, é justamente o contrário. Ela diz que o
que acontece dentro de nós é que criará o que acontecerá fora.
Existe uma realidade física que é absolutamente sólida, mas só começa
a existir quando colide com outro pedaço de realidade física. Esse
outro pedaço pode ser a gente, claro que somos parte desse momento,
mas não precisa necessariamente ser. Pode ser uma pedra que venha
voando e interaja com toda essa bagunça, provocando um estado
particular de existência.

Filósofos no passado diziam: ‘Se eu chutar uma pedra e machucar meu
dedo, é real. Estou sentindo, é vívido.’ Quer dizer que é a
realidade. Mas isso não passa de uma experiência, e é a percepção dessa
pessoa do que é real.
Experimentos científicos nos mostram que se conectarmos o cérebro de
uma pessoa a computadores e scanners e pedirmos para ela olhar para
determinados objetos, podemos ver certas partes do cérebro sendo
ativadas. Se pedirmos para fecharem os olhos e imaginarem o mesmo
objeto, as mesmas áreas do cérebro se ativarão, como se estivessem
vendo os objetos.
Então os cientistas se perguntam: quem vê os objetos, o cérebro ou os
olhos? O que é a realidade? É o que vemos com nosso cérebro? Ou é o
que vemos com nossos olhos?
A verdade é que o cérebro não sabe a diferença entre o que vê no
ambiente e o que se lembra, pois os mesmos neurônios são ativados.

Então devemos nos questionar, o que é realidade?
Somos bombardeados por grande quantidade de informação que, quando
entram no corpo, são processadas pelos órgãos sensoriais e,
a cada passo, partes da informação vão sendo descartadas. O que
finalmente chega na consciência é o que mais serve à pessoa. O
cérebro processa 400 bilhões de bits de informação por segundo, mas
só tomamos conhecimento de 2 mil bits. E esses 2 mil bits são sobre o
que está ao nosso redor, nosso corpo e o tempo.
Vivemos em um mundo em que só enxergamos a ponta do iceberg. Isso
significa que a realidade está acontecendo a todo momento no cérebro,
mas nós não a absorvemos. Os olhos são como lentes, mas o que
realmente está enxergando é a parte de trás do cérebro. É o córtex
visual, igual a essa câmera.

Você sabia que o cérebro imprime o que ele vê?
Por exemplo: essa câmera de vídeo está vendo muito mais ao meu redor
do que o que está aqui, porque ela não faz objeções ou julgamentos. O
filme que está passando no cérebro é do que temos habilidade para
ver. É possível que nosso olho, nossa câmera, enxergue mais do que o
nosso cérebro tenha a habilidade de, conscientemente, projetar? Do
jeito que nosso cérebro funciona, só conseguimos ver o que
acreditamos ser possível.

Os padrões de associação já existem dentro de nós por meio de um
condicionamento
Uma história incrível, que acredito ser verdadeira, conta que quando
os índios americanos, nas ilhas caribenhas, viram as naus de Colombo se
aproximarem, na verdade eles não conseguiam ver nada, pois as naus não eram parecidas com nada que tivessem visto antes. Quando Colombo chegou no Caribe, nenhum nativo conseguia enxergar os navios, mesmo estando
eles no horizonte. A razão de não verem os navios era porque não
tinham conhecimento. Seus cérebros não tinham experiência de que os
navios existiam.
O xamã começou a notar ondulações no Oceano. Mesmo não vendo os
navios, imaginou o que estaria causando aquilo. Começou, então, a olhar
todos os dias e, depois de um certo tempo, conseguiu ver os navios.
E quando ele enxergou as embarcações, contou para todos que existiam navios
lá.
Como todos confiavam e acreditavam nele, também conseguem enxergar.
Nós criamos a realidade, mas criamos máquinas que produzem realidade,
que afetam a realidade o tempo todo. Sempre perseguimos algo
refletido no espelho da memória.
Se estamos ou não vivendo em um grande mundo virtual, é uma pergunta
sem uma boa resposta, é um grande problema filosófico. E temos que
lidar com ele conforme o que a ciência diz do nosso mundo.
Como somos sempre observadores na ciência, ficamos limitados ao que o
cérebro humano capta. É a única forma de vermos e percebermos as
coisas que fazemos. Então, é possível que isso tudo seja uma grande
ilusão da qual não conseguimos sair para ver a verdadeira realidade.
Seu cérebro não sabe distinguir o que está acontecendo lá fora do que
acontece aqui dentro. Não existe o ‘lá fora’ independente do que está
acontecendo aqui…”

O nosso papel

Conscientes dessa realidade apresentada nos comentários a respeito de “What the Bleep Do We Know”, sentimo-nos ainda mais motivados a inovar e ampliar nossa linha editorial, para que os amigos leitores, nossos clientes, possam tomar contato com esses ensinamentos a fim de contribuir para o seu crescimento intelectual, cultural, filosófico e espiritual.

Portanto, o principal papel de nossa querida Madras Editora é trazer novos conhecimentos e quebrar paradigmas que não somente as religiões pregam, mas também o homem, que, por ignorância, desenvolveu certos conceitos que mantêm o ser humano na obscuridade… Acreditamos que é preciso, urgentemente, elevar o homem (gênero humano) a um patamar de consciência e de percepção mais sutil e de trazer à tona uma aprendizagem em que o “EU” e o “TODO” interajam constantemente, levando a evolução da sabedoria humana até um “salto quântico”, que transformará nossa percepção do mundo e, em última instância, nossa existência.

Lembro-me, a propósito, destas palavras do grande sábio Albert Einstein: “O ser humano é uma parte do todo a que chamamos Universo, uma parte limitada no tempo e no espaço, que concebe a si mesma, às suas idéias e aos seus sentimentos como algo separado de todo o resto. É como se fosse uma espécie de ilusão de óptica da sua consciência”.

“Em relação a todos os atos de iniciativa e de criação existe uma verdade elementar: no momento em que nos comprometemos, a Providência também se põe em movimento. Todo um fluir de acontecimentos surge a nosso favor. Como resultado da decisão, seguem-se todas as formas de coincidências, encontros e ajuda, que nenhum homem jamais poderia ter sonhado encontrar. Qualquer coisa que você possa fazer ou sonhar, você pode começar. A coragem contém, em si mesma, o poder, o gênio e a magia”.(Goethe)

As Novidades

Não são poucas as novidades que gostaríamos de transmitir aos nossos amigos. Estamos ampliando, ainda mais, nossa linha editorial, trazendo para o Brasil as edições que julgamos necessárias para o nosso querido público. Estamos também expandindo nossas instalações, aumentado consideravelmente o número de nossos funcionários e da área física de funcionamento de nossa Editora.

Em 2005 lançamos mais de (………..) títulos. E já projetamos um crescimento neste ano na faixa de 30%, ou seja, lançaremos neste ano (……………) obras, além, é claro, de nossas reedições que não são poucas.

Em dez anos de existência já editamos mais de 1.300 títulos e creio que isso é um recorde em nosso país.

Na intenção de facilitar a exposição de nossos livros, vários recursos estão sendo viabilizados na distribuição dos produtos. Atualmente, você pode encontrar nossas obras em vários pontos alternativos, entre eles lojas de conveniência nos postos de gasolina, além das lojas de artigos para presentes. Estamos investindo fortemente na divulgação de nossos títulos, em vários meios de comunicação, entre eles a TV Espiritualista (www.tvespiritualista.com.br), em diversas revistas que nos apóiam e nas mais diversas emissoras de rádio. Aliás, muito em breve estaremos lançando nossa própria rádio pela internet: www.radiomadras.com.br.

Entre as obras que estamos lançando neste início de ano, o autor Rubens Saraceni nos presenteia com dois romances inéditos (O Guardião da Pedra de Fogo e O Guardião das Sete Porteiras).

Acabamos de lançar uma obra-prima intitulada Dante – O Grande Iniciado – Uma Mensagem para os Tempos Futuros, de Robert Bonnell; Dicionário dos Rosa-Cruzes, de Erik Sablè, contendo a biografia de seus principais criadores;

O Mistério do Pergaminho de Cobre de Qumran – O Registro dos Essênios do Tesouro de Akhenaton, de Robert Feather; o grande clássico A Biblioteca de Nag Hammadi, de James M. Robinson, um compêndio de textos considerados apócrifos; o Livro do MillenniuM; Kabalah revelada; Upanishades da yoga; O Gênio de Alexandre o grande; Comunicando-se com o Anjo Gabriel e os outros livros dessa série; Buda de Heródoto Barbeiro; girando a Chave de Hiram e os outros lançamentos desse (s) autor; Iridiologia Integrada 4 cores; Relacionar-se bem; Criatividade; Star Wars e Super-Heróis; ver com a Carol os livros Nárnia e a Filosofia e os outros que estamos comprando.; Maria Madalena; Os templários e o pergaminho de Chinom em nossa editora possímos mais de 11 títulos a respeito dos Templários; O livro do Sexo; Do brega ao Chique; os livros do Fulcanelli; com um certo destaque o meu livro de Maçonaria; o livro das datas comemorativas; Otimismo e Prosperidade Cláudio e Wagner; Melquisedeque; Aikido; Samurais; a coleção Garotada Criativa, composta por quatro tomos, dedicada à arte infanto-juvenil, entre outras preciosidades, as quais esperamos que possam auxiliá-los e conduzi-los há um outro nível do saber.

A plenitude da Sabedoria
Um dia desses, em uma discussão, provocaram-me com a seguinte pergunta: Por que você não se ajoelha e não jura com a mão na Bíblia? Você, na verdade, é quem está fechando suas portas ou se impedindo de elevar-se nos altos graus da Ordem. Ao que logo respondi: Por que deveria me ajoelhar perante outros homens, se eles não são Iniciados… Alguns Maçons são ridicularizados ao receberem seu avental do terceiro grau (grau de Mestre), pois acreditam que naquele momento eles são “Mestres” e eu pergunto: Mestre do que? De quem? Isso não é o pior, a Instalação do Irmão ao Trono de Venerável Mestre, isso então é de dar dó… Sem receber nenhuma revelação de Sabedoria. O nível de cultura desses Irmãos é no mínimo lamentável.

Sabemos que o principal objetivo das escolas de iniciação era de formar instrutores para ajudar seus semelhantes escalar os degraus da jornada evolutiva para a LIBERTAÇÃO do Sofrimento. E diante das dificuldades, Fracassos e Vitórias, nessa Magnífica Jornada que chamamos “VIDA” chegássemos à compreensão do nosso EU Superior, separando o joio do trigo.

Muitos homens dentro da ordem confundem religião com espiritualidade. Fé com religião. Posso ter fé e ser espiritualista e não ter nenhuma religião.

A Sabedoria está acima das leis ocultas da Natureza. Aquele que a possui age como Deus no oculto das sementes, jamais esquecendo que o primeiro ato do Sábio é descobrir a semente dentro de si mesmo. Por isso, pela Sabedoria o Homem pode modificar sua própria natureza, que outra coisa não é senão aquilo que chamamos o ato da vontade. Convém notar, porém, que a Vontade de Deus no Homem sempre tende ao Amor.

Ao refletir sobre esse questionamento que me fizeram, deparei-me com estas belas palavras:

“Saber que não se sabe é o bem supremo.
Não saber que não se sabe é como padecer um mal.
Quem toma consciência deste padecimento fica livre dele.
O sábio não sofre este mal porque já padeceu com ele.
Assim, ele pode evitá-lo.”
(Lao Tse - Tao Te King - Verso 71)

Explicação de Humberto Rohden
“O sábio sabe e saboreia que toda a erudição meramente intelectual é deslumbrante vacuidade e fascinante ilusão. A diferença entre o sábio e o erudito está no fato de que o sábio sabe por experiência própria o que é a Realidade, ao passo que o simples erudito ignora essa Realidade e a confunde com as facticidades. O sábio sabe que ignora mil vezes mais do que sabe – e nisto está a sua sapiência. Quem não tem plena certeza da sua vacuidade não pode ser plenificado pela plenitude.”

Por tudo isso, sou um eterno buscador da “Verdade”, esteja ela onde estiver.

“Viverei para sempre ou morrerei tentando…”

Eu Sou o que Sou,

Wagner Veneziani Costa

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1 Comentário Faça seu próprio

  • 1. Bolis  |  28 de Maio de 2008 às 23:09

    Tio Wagner…sinceramente gostei muito dos textos que você coloca aqui não aguentei terminar de ler e resolvi me expressar aqui.

    Cai meio de para-quedas aqui e gostei D+….

    Eternos Aprendizes…. xD

    Abraço Fraternal.

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