Segunda, 26 de Maio de 2008

Arquivo Diário

RELIGIÃO: VOCÊ PRECISA TER UMA ?

Publicado por Editor em 26 Mai 2008 | sob: Editor, Religião: você precisa ter uma?

Antes mesmo de entrarmos no assunto, quero explicar o que é religião.

Religião deriva do termo latino “Re-Ligare”, que significa “religação” com o divino. Essa definição engloba necessariamente qualquer forma de aspecto místico e religioso, abrangendo seitas, mitologias e quaisquer outras doutrinas ou formas de pensamento que tenham como característica fundamental um conteúdo Metafísico, ou seja, de além do mundo físico.

Sendo assim o hábito, geralmente por parte de grupos religiosos de taxarem tal ou qual grupo religioso rival de seita, não têm apoio na definição do termo. Seita, derivado da palavra latina “Secta”, nada mais é do que um segmento minoritário que se diferencia das crenças majoritárias, mas como tal também é religião.

Não há registro em qualquer estudo por parte da História, Antropologia, Sociologia ou qualquer outra “ciência” social, de um grupamento humano em qualquer época que não tenha professado algum tipo de crença religiosa. As religiões são então um fenômeno inerente a cultura humana, assim como as artes e técnicas.

Grande parte de todos os movimentos humanos significativos tiveram a religião como impulsor, diversas guerras, geralmente as mais terríveis, tiveram legitimação religiosa, estruturas sociais foram definidas com base em religiões e grande parte do conhecimento científico, “filosófico” e artístico tiveram como vetores os grupos religiosos, que durante a maior parte da história da humanidade estiveram vinculados ao poder político e social.

Hoje em dia, apesar de todo o avanço científico, o fenômeno religioso sobrevive e cresce, desafiando previsões que anteveram seu fim. A grande maioria da humanidade professa alguma crença religiosa direta ou indiretamente e a Religião continua a promover diversos movimentos humanos, e mantendo estatutos políticos e sociais.

Tal como a Ciência, a Arte e a Filosofia, a Religião é parte integrante e inseparável da cultura humana, é muito provavelmente sempre continuará sendo.

Há várias formas de religiões. Para não dizer centemas, ou até mesmo, milhares. Pessoalmente como um estudioso do assunto, prefiro uma classificação que leva em conta as características, e divido as religiões em quatro grandes grupos distintos:
Panteístas; Poleteístas; Monoteístas; Ateístas.

Nessa divisão há uma ordem cronológica. As Religiões Panteístas são as mais antigas, dominando em sociedades menores e mais “primitivas”. Tanto nos primórdios da civilização mesopotâmica, européia e asiática, quanto nas culturas das Américas, África e Oceania.

As Religiões Poleteístas por vezes se confundem com as Panteístas, mas surgem num estágio posterior do desenvolvimento de uma cultura. Quanto mais a sociedade se torna complexa, mais o Panteísmo vai se tornando Politeísmo.
Já as Monoteístas são mais recentes, e atualmente as mais disseminadas, o Monoteísmo quantitativamente ainda domina mais de metade da humanidade.

E embora possa parecer estranho, existem religiões Ateístas, que negam a existência de um ser supremo central, embora possam admitir a existência de entidades espirituais diversas. Essas religiões geralmente surgem como uma reação a um sistema religioso Monoteísta ou pelo menos Politeísta, e em muitos aspectos se confunde com o Panteísmo embora possua características exclusivas.

Essa divisão também traça uma hierarquia de rebuscamento filosófico nas religiões. As Panteístas por serem as mais antigas, não têm Livros Sagrados ou qualquer estabelecimento mais sólido do que a tradição oral, embora na atualidade o renascimento panteísta esteja mudando isso. Já as politeístas muitas vezes possuem registros de suas lendas e mitos em versão escrita, mas Nenhuma possui uma Revelação propriamente dita. Isto é um privilégio do Monoteísmo. Todas as grandes religiões monoteístas possuem sua Revelação Divina em forma de Livro Sagrado. As Ateístas também possuem seus livros guias, mas por não acreditarem num Deus pessoal, não tem o peso dogmático de uma revelação divina, sendo vistas em geral como tratados filosóficos.
Panteísmo: Religiões silvícolas, xamanismo, religiões célticas, druidismo, amazônicas, indígenas norte americanas, africanas e etc.

Politeísmo: Religião Grega, Egípcia, Xintoísmo, Mitologia Nórdica, Religião Azteca, Maia etc.
Monoteísmo: Bhramanismo, Zoroastrismo, Judaísmo, Cristianismo, Islamismo, Sikhismo.
Ateísmo: Orientais: Taoísmo, Confucionismo, Budismo, Jainismo. Ocidentais: Filosofias NeoPlantônicas, Ateísmo Filosófico (Não Religioso)
Neo Panteísmo: Racionalismo Cristão, Neo-Gnosticismo, Teosofia, Wicca, “Esotéricas”, etc.

Cada uma com os seus rituais específicos, símbolos e sua mitologia.

Eu particularmente, sou espiritualista universalista e para mim isso não é uma religião, mas também não deixa de ser uma forma de religar-me ao divino, mesmo acreditando que ele sou eu e eu sou ele. O que é isso? Através de estudos acabei conhecendo as religiões, ou melhor, muitas delas. E acabei percebendo, que todas acabam por escravizar a minha mente. Seja através de doutrinas, seja em seus rituais, e em seus detalhes. Isso pode, aquilo não pode, isso é pecado…papai do céu não gosta disso, comer isso é proibido, comer aquilo também é proibido. Fico imaginando se Aquino, o pai da lógica, não tivesse limitações (religiosas), credos, a cada passo do caminho, Aquino esbarra no mistério divino e dá um passo atrás. Isso não posso explicar, daqui não posso ir. Agostinho foi outro gênio, ambos autores são monumentos vivos dos efeitos nocivos dos dogmas sobre cérebros que, de outro modo, seriam brilhantes. E de certa forma foram…Mas sem as restrições religiosas poderiam ter ido muito mais longe, disso não me resta dúvidas.

E falando sobre as religiões monoteístas, faço sempre uma pergunta: Sendo Deus eterno e imutável, autor de coisas muito boas, qual é, então, a origem do mal?

E por favor, não me venham com aquela estorinha de Lúcifer… o Anjo caído…é absurda! No mínimo ridícula.

Em Platão, o tema do mal também é bastante presente. Gostaria apenas de salientar que no Protágoras, chega-se à conclusão que nenhum homem deseja o mal (assim como Agostinho) , mas o escolhe apenas por ignorância do que seja o bem.

Baseado nesse e em milhares de outros questonamentos, busquei dentro de mim mesmo algumas trasformações, minha própria Lux. Busquei e busco, me conhecer…e percebi que tudo, posso desde que tenha Vontade…Tenho absoluta certeza que algo divino habita em mim. Colho diariamente aquilo que planto. Sou pura energia, vibração, estou em contato direto com o universo, faço parte dele.

Vamos ver se consigo exlicar o que é espiritualidade. Para mim a espiritualidade é um estado de consciência; é reconhecer em si a Vida, e a mesma Vida em tudo e em todos. É consciência não-condicionada pela mente. É consciência livre da mente, para ser o que é: não aquilo que pensamentos e muitas crenças dizem ser.

As palavras em um ensinamento espiritual apenas apontam para o estado de consciência essencial do ser humano.

Alcançado esse estado de consciência, o ser humano vive a vida na Terra a partir dessa liberdade, expansividade e se torna mestre sobre a realidade interna e externa, pois está alinhado com a essência daquilo que o criou: a vasta inteligência criativa que permeia e dá Vida a todo o Universo. Você pode chamar essa essência de Deus? Lógico, que podemos… Podemos tudo! Nossos pesamentos criam a nossa realidade.

Wagner Veneziani Costa

A Igreja Católica e a Maçonaria

Publicado por Editor em 26 Mai 2008 | sob: Editor, Maçonaria, A Igreja Católica e a Maçonaria

Ao longo de sua história a Igreja Católica condenou e desaconselhou seus fiéis à pertença a associações que se declaravam atéias e contra a religião, ou que poderiam colocar em perigo a fé. Entre essas associações encontra-se a maçonaria. Atualmente, a legislação se rege pelo Código de Direito Canônico promulgado pelo Papa João Paulo II em 25 de janeiro de 1983, que em seu cânon 1374, afirma: “Quem ingressa em uma associação que maquina contra a Igreja deve ser castigado com uma pena justa; quem promove ou dirige essa associação deve ser castigado com entredito”.
Esta nova redação, entretanto, apresenta duas novidades em relação ao Código de 1917: a pena não é automática e não é mencionado expressamente a maçonaria como associação que conspire contra a Igreja. Prevendo possíveis confusões, um dia antes de entrar em vigor a nova lei eclesiástica no ano de 1983, foi publicada uma declaração assinada pelo Cardeal Joseph Ratzinger, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. Nela se apresenta que o critério da Igreja não sofreu variação em relação às anteriores declarações, e a nominação expressa da maçonaria foi omitida para assim incluir outras associações. É indicado, juntamente, que os princípios da maçonaria seguem sendo incompatíveis com a doutrina da Igreja, e que os fiéis que pertençam a associações maçônicas não podem ter aceder à Sagrada Comunhão.
Neste sentido, a Igreja condenou sempre a maçonaria. No século XVIII, os Papas o fizeram com muito mais força, e no XIX persistira nisto. No Código de Direito Canônico de 1917 eram excomungados os católicos que fizessem parte da maçonaria, e no de 1983 o cânon da excomunhão desaparece, junto com a menção explícita da maçonaria, o que pôde criar em alguns a falsa opinião de que a Igreja por pouco aprovaria a maçonaria.
É dificil encontrar um tema - explica Federico R. Aznar Gil, em seu ensaio La pertenencia de los católicos a las agrupaciones masónicas según la legislación canónica actual (1995) - sobre o qual as autoridades da Igreja Católica tenham se pronunciado tão reiteradamente com no caso da maçonaria: desde 1738 a 1980 conservam-se não menos de 371 documentos, aos quais deve-se acrescentar abundantes intervenções dos dicastérios da Cúria romana e, a partir sobretudo do Concílio Vaticano II, as não menos numerosas declarações das Conferencias Episcopais e dos bispos de todo o mundo. Tudo isto está indicando que nos encontramos frente a uma questão vivamente debatida, fortemente sentida e cuja discussão não pode se considerar fechadas.
Quase desde a sua aparição, a maçonaria gerou preocupações na Igreja. Clemente XII, “In eminenti”, havia condenado a maçonaria. Mais tarde, Leão XIII, em sua encíclica “Humanum genus”, de 20 de abril de 1884, a qualificava de organização secreta, inimigo astuto e calculista, negadora dos princípios fundamentais da doutrina da Igreja. No cânon 2335 do Código de Direito Canônico de 1917 estabelecia-se que “aqueles que dão seu nome à seita maçônica, ou a outras associações do mesmo gênero, que maquinam contra a Igreja ou contra as potestades civis legítimas, incorrem ipso facto em excomunhão simplesmente reservada à Sede Apostólica”.
O delito - segundo Federico R. Aznar Gil - consistia em primeiro lugar em dar o nome ou inscrever-se em determinadas associações. (…) Em segundo lugar, a inscrição devia se realizar em alguma associação que maquinasse contra a Igreja: se entendia por maquinar “aquela sociedade que, em seu próprio fim, exerce uma atividade rebelde e subversiva ou as favorecesse, quer pela própria ação dos membros, quer pela propagação da doutrina subversiva; que de forma oral ou por escrito, atua para destruir a Igreja, isto é, sua doutrina, autoridades em quanto tais, direitos, ou a legítima potestade civil”. (…) Em terceiro lugar, as sociedades penalizadas eram a maçonaria e outras do mesmo gênero, com o qual o Código de Direito Canônico estabelecia uma clara distinção: enquanto o ingresso na maçonaria era castigado automaticamente com a pena de excomunhão, a pertença a outras associações tinha que ser explicitamente declarada como delitiva pela autoridade eclesiática em cada caso. Os motivos que argumentava a Igreja católica para sua condenação à maçonaria eram fundamentalmente: o caráter secreto da organização, o juramento que garantia esse caráter oculto de suas atividades e os pertubadores complôs que a maçonaria empreendia contra a Igreja e os legítimos poderes civis. A pena estabelecia diretamente a excomunhão, estabelecendo-se também uma pena especial para os clérigos e os religiosos no cânon 2336.
Também recordavam as condições estabelecidas para proceder à absolvição desta excomunhão, que consistiam no afastamento e a separação da maçonaria, reparação do escândalo do melhor modo possível, e cumprimento da penitência imposta. As conseqüências da excomunhão incluiam, por exemplo, a privação de sepultura eclesiática e de qualquer missa exequial, de ser padrinho de batismo, de confirmação, de não ser admitidos no noviciado, e o conselho - no caso das mulheres - de não contrair matrimônio com maçons, assim como a proibição ao pároco de assistir núpcias sem consultar o Ordinário.
A partir da celebração do Concílio Vaticano II, um incipiente diálogo entre maçons e católicos fez com que a situação começasse a mudar. Alguns Episcopados (França, Países Escandinavos, Inglaterra, Brasil ou Estados Unidos) começaram a revisar a atitude frente a maçonaria; por um lado revendo na história os motivos que levaram a Igreja a adotar essa atitude condenadora, tais como sua moral racionalista maçônica, o sincretismo, as medidas anticlericais promovidas e defendidas pelos maçons; e por outro lado, foi questionado que se pudesse entender a maçonaria como um bloco único, sem levar em conta a cisão entre a maçonaria regular, ortodoxa e tradicional, religiosa e aparentemente apolítica, e a segunda, a irregular, irreligiosa, política, heterodoxa.
Estes motivos e as mais ou menos constantes petições chegadas de várias partes do mundo a Roma, diálogos e debates, fizeram com que, entre 1974 e 1983, a Congregação para a Doutrina da Fé retomasse os estudos sobre a maçonaria e publicasse três documentos que supuseram uma nova interpretação do cânon 2335. Neste ambiente de mudanças, não é de se estranhar que o cardeal J. Krol, arcebispo de Filadélfia, perguntasse à Congregação para a Doutrina da Fé se a excomunhão para os católicos que se afiliavam à maçonaria seguia estando em vigor. A resposta a sua pergunta foi dada por seu Prefeito, em uma carta de 19 de julho de 1974. Nela é explicado que, durante um amplo exame da situação, tinha-se dado uma grande divergência nas opiniões, segundo os países. A Sede Apostólica acreditava oporutno, conseqüentemente, elaborar uma modificação da legislação vigente até que se promulgasse o novo Código de Direito Canônico. Advertia-se, entretanto, na carta, que existiam casos particulares, mas que continuava a mesma pena para aqueles católicos que dessem seu nome a associações que realmente maquinassem contra a Igreja. Enquanto que para os clérigos, religiosos e membros de institutos seculares a proibição seguia sendo expressa para a sua afiliação em qualquer associação maçônica. A novidade nesta carta residia na admissão, por parte da Igreja católica, de que poderiam existir associações maçônicas que não conspirassem em nenhum sentido contra a Igreja nem contra a fé de seus membros.
As dúvidas não tardaram em surgir: qual era o critério para verificar se uma associação maçônica conspirava ou não contra a Igreja?; e que sentido e extensão devia se dar a expressão conspirar contra a Igreja?
O clima generalizado de aproximação entre as teses de alguns católicos e maçons foi quebrado pela declaração de 28 de abril de 1980 Conferência Episcopal Alemã sobre a pertença dos católicos à maçonaria. Como aponta Federico R. Aznar Gil, a declaração explicava que, durante os anos de 1974 e 1980, foram se mantendo numerosos colóquios oficiais entre católicos e maçons; que por parte católica tinham sido examinados os rituais maçônicos dos três primeiros graus; e que os bispos católicos tinham chegado à conclusão de que havia oposições fundamentais e insuperáveis entre ambas as partes: “A maçonaria - diziam os bispos alemães - não mudou em sua essência. A pertença à mesmas questiona os fundamentos da existência cristã. (…) As principais razões alegadas para isso foram as seguintes: a cosmologia ou visão de mundo dos maçons não é unitária, mas relativa, subjetiva, e não pode se armonizar com a fé cristã; o conceito de verdade é, também, relativista, negando a possibilidade de um conhecimento objetivo da verdade, o que não é compatível com o conceito católico;
Também o conceito de religião é relativista (…) e não coincide com a convicção fundamental do cristão, o conceito de Deus simbolizado através do “Grande Arquiteto do Universo” é de tipo deístico e não há nenhum conhecimento objetivo de Deus no sentido do conceito pessoal de Deus do teísmo, e está impregnado de relativismo, o qual mina os fundamentos da concepção de Deus dos católicos (…).
Em 17 de fevereiro de 1981, a Congregação para a Doutrina da Fé publicava uma declaração que afirmava de novo a ex-comunhão para os caltólicos que dessem seu nome à seita maçônica e a outras associações do mesmo gênero, com o qual a atitude da Igreja permanece invariável, e invariável permanece ainda em nossos dias.

No Brasil
Por volta de 1390, conforme registrado no Manuscriptus Regius, o relacionamento entre a Igreja Católica e a Maçonaria era bom. Naquela época, a Maçonaria operativa prestava serviços a Igreja, construindo catedrais. O chefe de cantaria normalmente era um clérigo, que orientava os obreiros, inclusive nos assuntos religiosos.
No que se refere ao Brasil, no final do século XIX, os padres defendiam abertamente idéias liberais, identificando-se com os maçons da época. Em conseqüência, muitos deles foram admitidos na maçonaria, alguns com o consentimento e outros contando apenas com a tolerância de seus Bispos.
“A paz termina quando, numa homenagem prestada pelas Lojas maçônicas do Rio de Janeiro ao seu grão-mestre, Visconde do Rio Branco, registra-se um incidente de maior monta. O padre Almeida Martins, que também é maçom, se apresenta na cerimônia em seus trajes de sacerdote e faz um discurso de saudação, representando a Loja do Grande Oriente do Lavradio, recebendo, por isso, uma punição do bispo diocesano, D. Pedro Maria de Lacerda. Reincidente em sua atuação, é, então, suspenso das ordens sacras. Começa aqui uma guerra surda em que os maçons passam a hostilizar a Igreja, enquanto esta, por seus bispos, age duro contra os religiosos renitentes na prática da maçonaria. Ocorre, então, um incidente mais grave. O bispo de Olinda, D. Vital Maria Gonçalves de Oliveira, jovem de vinte e poucos anos, resolveu aplicar, na área sob sua jurisdição, as recomendações da Encíclica de 1864, do papa Pio IX, proibindo o clero de participar de cerimônias patrocinadas por maçons. O bispo chama particularmente cada um dos sacerdotes envolvidos e ordena-lhes que se dediquem tão somente à vida religiosa, afastando-se de atividades estranhas aos conventos. Encontrando oposição, D. Vital acabou por suspender as irmandades recalcitrantes, impedindo-as de receber novos membros, de participar de ofícios religiosos e até de vestir os seus hábitos. Algumas dessas irmandades recorrem ao Governo e D. Vital, por sua parte, recorre ao Papa que lhe dá poderes para agir com rigor contra os rebelados. Está formado o embrulho, provocado pela espúria união entre o Estado e a Igreja. O acordo entre o Governo e o Vaticano determinava que todas as bulas papais, para serem cumpridas no país, deveriam primeiro receber o execute-se do Governo brasileiro o que não acontecera com a Encíclica cujas recomendações o bispo insistia em aplicar. A crise agrava-se mais ainda quando o bispo do Pará, D. Antônio Macedo Costa, faz um protesto formal contra a maçonaria e se solidariza com D. Vital.
Foi a conta. O Governo apresenta ação criminal contra os dois religiosos, perante o Supremo Tribunal de Justiça, por desrespeito aos poderes do Império. Presos, os dois bispos são levados ao Rio de Janeiro, julgados e condenados a dois anos de prisão com trabalhos forçados, sendo instaurados processos também contra outros padres que lhes deram apoio. Isto ocorreu em 1º de julho de 1873 e só ao final da pena é que os dois bispos foram anistiados, por decreto do Gabinete presidido pelo Duque de Caxias. Mas o desastre já acontecera e seus efeitos são irremediáveis. Já no início do século XVIII, a maçonaria trabalhava no sentido de separar a igreja do estado; instituir o casamento civil; introduzir o sistema republicano de governo; instituir a liberdade religiosa, etc. As encíclicas papais que atacaram a Maçonaria explicitam estas questões: O Papa Leão XII disse em sua encíclica de 13/03/1825, “as obras sobre religião e sobre a república que seus membros ousam dar a luz à publicidade…” A semente da república estava sendo lançada; os líderes religiosos da época começaram a se preocupar com a possibilidade de perder o poder temporal.
O Papa Leão XIII em sua encíclica de 20/04/1884 disse: “os maçons defendem a idéia de que os chefes do governo têm poder sobre o vínculo conjugal. Na educação dos filhos não há nada a lhes prescrever em matéria de religião. A cada um deles compete, quando estiver em idade, escolher a religião que lhe aprouver. Já em muitos países, mesmos os católicos, está estabelecido que fora do casamento civil não há união legítima”. Nesta encíclica, o papa protestava veementemente contra a maçonaria, por estar defendendo a liberdade de religião e a instituição do casamento civil. Isto poderia ser traduzido em perda de influência da igreja sobre os féis. Leão XIII também disse nesta encíclica que: “segundo os maçons, todo poder está no povo livre; os que exercem o poder só são detentores pelo mandato ou pela concessão do povo”. A mesma encíclica afirmava que o poder pertencia a DEUS, o qual transferiu à igreja a responsabilidade de governar, ou de indicar alguém que fosse capaz de fazê-lo. Esta questão é hoje traduzida pelo abuso da televisão que redundou na liberdade sexual, na degeneração da família, no poder atribuído ao dinheiro, etc.
Outro fato digno de nota, é que, no final do século XIX e início do século XX os esforços para a evolução social e política eram divididos entre os católicos conservadores, os liberais e os “cientificistas”. A Igreja católica defendia o pensamento conservador e a maçonaria o liberal. A Igreja tinha nas mãos as escolas que educavam somente os ricos; a maçonaria agiu no sentido de mudar esta situação. Criou escolas noturnas e conseguiu diminuir o custo do ensino, tornando-o mais acessível às classes menos abastadas.
Isto frustrou o objetivo da igreja, que era manter o status quo da época, ou seja, impedir que o poder mudasse de mãos. Do início do século XX até os dias de hoje não se tem notícias de grandes conflitos entre a Igreja Católica e a Maçonaria. Aliás, é interessante mencionar que entre os membros da maçonaria estão inúmeros católicos praticantes e evangélicos. Em 1984 após a publicação do novo código canônico, a Loja de Pesquisa Quatro Coroados de Londres fez uma pesquisa no Vaticano no sentido de saber como era vista a Maçonaria entre os Clérigos. O resultado mostrou que a maioria achava que somente a maçonaria que tinha tirado Deus de seus Postulados Fundamentais é que era condenável, ou seja, o Grande Oriente da França; não havia nenhuma restrição quanto à maçonaria que exigia que seus membros acreditassem em Deus.
Entretanto, esta não era uma posição oficial, pois, não tinha a aprovação das autoridades religiosas do Vaticano.
Mas também existem documentos anteriores ao Regius.

O Cristianismo estava em pleno progresso. Povos e mais povos eram catequizados pelos Soldados de Cristo – isto é, Bispo de grandes capacidades de catequeses. E a Igreja ao receber Reis e a Nobreza, em suas fileiras, passou a contar, também, com uma ajuda financeira muito grande de seus novos Fiéis. E com dinheiro se faz muitas coisas. Então aqueles feios amontoados de madeira sujeito ao fogo e aos raios e outros fenômenos da natureza, começavam a dar lugar às Grandes Catedrais de Pedras, como mostramos logo no início deste trabalho. Entre os anos de 1100 e 1300, milhares de Igrejas, Catedrais, Mosteiros, conventos, etc, foram erguidos na Europa. E para dar conta de tanto Trabalho, uma leva de homens foi se especializando na arte de Construir. Uma Arte Antiga, mas pouco divulgada. E essa leva de Profissionais de Pedra, precisava se organizar. Precisavam de um Estatuto. Precisavam de um espaço só seu. Foi então que Doze Freemasons (Pedreiro especializados em trabalhar na Pedra Franca), liderados por Henry Yevele, é bom guardar bem esse nome – Henry Yevele, nasceu em 1320 e morreu no ano de 1400 – foram até à Prefeitura de Londres, levando um esboço de um Estatuto do Trabalhador da Pedra e, numa audiência com o Alderman (Prefeito) e os Edis, apresentaram seu esboço de Estatuto, onde previa, além da Obediência às autoridades locais, também previa uma fidelidade (quase canina), ao Rei e à Religião Vigente, e, ainda, um pedido para que suas reuniões fossem fechadas, sem a presença de pessoas que não estivessem ligadas a ela.
Esses 12 homens saíram daqui, do local onde está Igreja, Antiga Guilda – desta Guildhall, no dia 2 de fevereiro de 1356. É bom repetir – dois de fevereiro de 1356.
Aqui está o Berço, o Dia, o Mês e o Ano do Nascimento da Maçonaria Documentada. Enquanto não apresentarem outro Documento, confiável, mais antigo. Este Documento que se encontra ainda hoje, na Biblioteca da Prefeitura de Londres, levará a glória e terá o privilégio de ser o Documento Maçônico mais Antigo.
Mas para que não surja ou permaneça nenhuma dúvida, segundo o pesquisador da Quatuor Coronati, o Irmão G. H. T. French:
“O Primeiro Código ou Regulamento dos Maçons da Inglaterra, é datada de 2 de fevereiro de 1356, quando, como resultado da disputa entre Carvoeiros e Maçons, Pintores, Doze Mestres de uma Obra, representando aquele ramo da Arte de Construir, foram até ao Prefeito e Edis de Londres, na sede da Prefeitura e eles obtiveram uma Autorização Oficial, para que fizessem um Código e um Regulamento Interno, para a Instalação de uma Sociedade e, acabar, de vez, com a disputa e, também, para que de uma forma geral, ajudasse nos Trabalhos. O Preâmbulo do Código, confirma que aqueles homens, foram lá, realmente juntos; porque o seu Ofício, até então, não havia sido regulamentado, de nenhuma forma pelo Governo do Povo, como já acontecia com outras Profissões.”
Essa Sociedade dos Maçons (The Fellowship os Masons), durou, ou prevaleceu sozinha durante 20 anos – até 1376, quando foi fundada a Companhia dos Maçons de Londres.
Incidentemente, a primeira Regra desse Regulamento, regido naquela ocasião, como objetivo, do “Delimitação em Disputa”, quando estabelecida “que, muitos homens da profissão, podiam trabalhar em qualquer serviço relacionado com a sua profissão, desde que ele fosse perfeitamente hábil e conhecesse muito bem a profissão.”
Daí por diante, eles passaram a trabalhar segundo esse Código. E muitos outros foram surgindo, formando o que chamamos de Old Charges, ou Constituições Góticas.

Bibliografia:

http://www.acidigital.com/controversia/catolicomacom.htm

Elias Mansur Neto - O Que Você Precisa Saber Sobre Maçonaria.
Assis carvalho - O Aprebdiz Maçom - Editora Trolha.

Fotos

Publicado por Editor em 26 Mai 2008 | sob: Fotos, 1 Fotos

Wagner recebe Título de Cidadão Sorocabano

Wagner tomando posse como Grande Secretário de Planejamento do Grande Oriente do Brasil

Sessão do Consistório

As Lojas Madras, Cosmos e Complexo Pitágoras, a participaram do AVANÇAMENTO ao Grau de Maçom da Marca Inglês, Somente Mestres Maçons

Grão-Mestre da Grande Loja de Marca do Brasil Fernando Túllio Colacioppo Jr. e Grão-Mestre Assistente Wagner Veneziani Costa

Grande Secretário de Relações Exteriores Adj. do Grande Oriente

Wagner Veneziani Costa

Cavaleiros Templarios - Sagração - Santos

Cavaleiros Templarios

Cavaleiros Templarios

Cavaleiros Templarios

Casamento Realizado em um Igreja Católica

Casamento

Casamento

20° Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2008

LOJA MADRAS - 3359

Publicado por Editor em 26 Mai 2008 | sob: Editor, Maçonaria, Madras

Em nossa Loja, não iremos reprovar ninguém, muito menos espioná-los, é você quem irá decidir se progride ou engana a si mesmo. Lembrem-se que todos pagam para estar aqui. Tenha certeza que durante um tempo você se sentirá, desde que estude, um homem melhor. Poderá sentir através de seus atos e pensamentos o quanto você esta progredindo e evoluindo, tanto materialmente como espiritualmente.
Gostaríamos que todos pudessem se desenvolver, mas isso leva tempo…
Também não é nossa intenção agradar a gregos e troianos. Na verdade utilizaremos muitas, muitas e muitas vezes de uma linguagem simbólica, para “transportar” o Irmão aoutros Universos… imbutindo outros valores… Sem dúvidas, a linguagem simbólica deve ser desenvolvida a níveis tais que não seja preciso sequer pronunciar palavras. Mesmo na linguagem de sinais isto pode se dar. Compreendendo isso se gera uma reação em cadeia de imagens e entendimento tal que a linguagem falada torna-se mais rica, paradoxalmente mais lenta. Então a linguagem simbólica serve para estimular o individuo intelectualmente falando? Esta seria uma forma paupérrima de descrever os benefícios. Milhões de outros motivos decorrem deste aprendizado além do hermetismo conseguido, que garante a segurança e seriedade do grupo, além da velocidade e simplicidade de se obter um entendimento, além de uma nova concepção de vida e norteadores de procedimentos e bons hábitos.
Nos “apegamos” ao conhecimento essa é nossa meta. Nesta busca pelo saber aprendemos que é deveras importante saber-saber, o conhecimento de nada serve sem sabedoria, e a coleção por “bons hábitos” são a chave para a sabedoria.
Provar ao Homem que ele pode “TUDO”, e que tudo que acontece em sua vida e ao seu redor, esta ligado diretamente a ele, seja através de seus pensamentos, atitudes, ações, sentimentos, emoções, desejos, vontades…Se ele conseguir conhecer sua essência, sua missão, saberá o que pode e vai ajudálo ou prejudicá-lo.
Os seres humanos possuem diversas vantagens sem precedentes no reino animal. Só os humanos podem rir, nenhum outro animal pode rir; no entanto existem pessoas que se recusam a achar graça ou a sorrir. Só os seres humanos podem “querer”, só eles podem escolher uma coisa ou situação e resolverem tê-la. Os animais o fazem por instinto de preservação. Infelizmente muitos humanos se deixam guiar e influenciar pelo instinto. O “querer” deve ser entendido, estudado e usado como propósito ordenador, ou seja, daquele que processa a ordem. E a ordem é o meio para que se consiga o fim. Todo grupo necessita de união, metas e objetivos. Para que os objetivos sejam alcançados é preciso esta união em nível de confiabilidade, esta confiança precisa de pureza ou sempre haverá desconfiança, esta pureza é verificada nos pilares de iniciação e na própria iniciação, nela reside toda a essência de nossa irmandade, o laço que nos mantém unidos e que configura um segredo impossível de ser revelado, e se mantém assim até os dias de hoje.
Notem a diferença entre “desejo” e “Vontade”. Outro fator muito importante é aprender a verificar suas emoções. Aprender a dominar seus pensamentos. Ninguém tem o direito de fazer você se sentir bem ou mau, triste ou alegre, a não ser que você queira.
Como vivemos em comunidades, em grupos, em sociedade é imprescindível que nos entendamos, uns aos outros e principalmente a nós mesmos.
A alquimia diz que o interno deve ser idêntico ao externo só que numa outra forma. Ou seja, o micro universo é uma imagem pobre do macro universo; o homem é a imagem mais simples de Deus; uma Família é uma imagem mais simples da população; uma formiga do formigueiro; um bairro de uma nação; uma frase de uma filosofia e etc.
O que estamos propondo é uma “mudança” imediata, não só para a nossa loja, mas principalmente para a Maçonaria. Por mais complexa que uma Mudança possa parecer, ela não é. Ela esta ligada a “Ação” que é o grande chamado diário no mundo atual. MOVA-SE, faça acontecer… Triunfe! Tudo é possível para aquele que realmente quer (Vontade).
E ela, a mudança, já se faz presente desde o momento em que você foi iniciado. Cedo ou tarde você sentirá a necessidade de evoluir em sua crença e aprofundar seus conhecimentos, isto é viver a vida…
Viver é realizar, é fazer….Viver incorre em ação, em amar, em ser…viver é diferente de existir… viver é ação só explicado por verbos de ação. Enquanto há existência deve-se incentivar a vida.
Há Honra em retribuição e reconhecimento ao merecimento de cada Irmão que carrega a mesma bandeira, aos que aspiram carregá-la.
Os Irmãos de nossa Augusta Oficina querem desenvolver seus conhecimentos e a investigação da sabedoria, e nesse percurso se protegem dos preconceituosos, ignorantes, maldosos, perversos, invejosos e outros que desejam evitar que os seres humanos adquiram conhecimento ou evoluam financeira, intelectual, espiritual ou moralmente. Nos protegemos e auxiliamos mutuamente. Como faziam os antigos, como farão os todos vocês, iniciados.
Cada membro é senhor de seus avanços e seu único inimigo é ele próprio. O conhecimento vem com a perseverança e estudos
Nossa Loja é feita de amigos que se ajudam, distinguem seus membros dos demais homens sem preconceitos, mas por simplicidades. Possui sua filosofia própria, sempre motivadora, construtivista e altruísta; quando ajuda o homem a ajudar a humanidade.
Um grupo de amigos, um grupo de leitores, um grupo de escritores, um grupo de ouvintes, um grupo de entrevistadores, um grupo de Cavaleiros. Isto é a a Loja Madras. Pouquíssimos falam nela, raríssimos a vêem, só escolhidos fazem parte dela, assim, sua simplicidade se mistura com a grandeza dos seus membros e dos intuitos destes.
Não oferecemos sistema de salvação algum, não garante passagem para o céu, e tão pouco para o inferno. Não constitui anátema por ser conhecimento, nem pecado por ser natural do ser humano inteligente.
Possuímos nossa própria filosofia e estudo, abrindo os horizontes, e as mentes dos homens, através da cultura e da leitura, mudamos suas vidas pela mudança de seu pensar, graças a educação por bons hábitos. Construimos lideres e sábios.
A nobreza de tuas ações e a tua sinceridade dão-te o direito de seres aqui o único na tua crença. Se estiveres errado, talvez a verdade te ilumine, mas te encaminharas para ela livremente”. Em matéria de religião, o principal dever é o da prática da tolerância absoluta em relação às crenças alheias, no elevado intuito de, a despeito dos seus antagonismos, aproximar todos os homens de boa vontade, sob a bandeira da investigação. Toda ignorância falha ou defeito moral, é assim considerado desde que traga impossibilidade de sucesso, e assim, é banido e execrado de seu meio por estudo e auto-análise de cada um, livre e conscientemente; sendo assim declara: Cada um é réu, juiz, júri e acusador no tribunal pessoal, em todo o caminho deve-se buscar a isenção de culpas. A cultura serve para abrir os olhos e evidenciar os hábitos que precisam ser mudados. Todos os membros recebem seus “conselheiros” como amigos e ouvintes. Não há hierarquia ou verdade absoluta, só respeito e amizade.
Cerque-se de bons hábitos e bons assuntos, será sempre bem querido por todos, mesmo teus inimigos te respeitarão. Aprenda a liderar, e a se elevar na vida da vida. Você merece, você foi escolhido para isto por você mesmo.

Curriculum Profano (Resumido)

Publicado por Editor em 26 Mai 2008 | sob: Curriculum Resumido - Maçônico e Profano

Curriculum Vitae

WAGNER VENEZIANI COSTA
Endereço Comercial: Madras Editora Ltda.
Rua Paulo Gonçalves, 88 / Santana - São Paulo/SP - Brasil
CEP: 02403-020
Tel.: 55 (11) 2281-5555 / Fax.: 55 (11) 2959-3090
Cargo: Presidente e Editor-Geral da Madras Editora Ltda.
E-mail: wagner@madras.com.br

Endereço Residencial:
Rua Francisco Baruel, 70 / Santana - São Paulo/SP - Brasil
CEP: 02403-026
Brasileiro – Nascido em 25/08/1963
Casado, pai de duas filhas

Escolaridade

Formação Superior – Direito – 1992 Faculdade Metropolitanas Unidas (FMU) –SP
Faculdades Oswaldo Cruz – Administração, Economia e Contabilidade
Doutor Honoris Causa Pela Universitas Internacionalis Studiorum Superiores - Statibus Fedratis Americae
Jornalista – MTB 35032

Cursos

Inglês CCAA - 4 anos
Curso de Constitucionalista – Inst. Pimenta Bueno (USP)
Marketing e Planejamento – FGV
E-Business – ADMB
Oratória – Prof. João Batista de Oliveira
Mestre Master Reiki
Mestre Terapêutico / CRT 31626
Shiatsu / Tarô / Búzios / Quiromancia / Numerologia / Terapia em Sincronicidade / Terapia Corporal / Cromoterapia

Livros Escritos / Obras Publicadas

- Além do que se Vê
- Além do que se Ouve
- Almas Gêmeas – Reencarnação
- Aromaterapia – A Magia do Aroma e dos Perfumes
- Contratos – Manual Prático e Teórico
- Diário de Magia - Manual de Esoterismo
- Dicionário Jurídico
- Gênesis - O Primeiro Livro de Moisés
- Grande Livro das Orações, O - Para Todos os Fins
- Hierarquia Angelical
- Iniciação a Umbanda
- Livro da Sorte e do Destino
- Livro Completo dos Heróis, Mitos e Lendas, O
- Livro Sagrado das Orações, O
- Manual Completo para Lojas Maçônicas
- Maçonaria – Escola de Mistérios – A Antiga Tradição e Seus Símbolos
- Modelos de Contratos
- Mundo Encantado dos Orixás, O
- Novo Exame de Ordem
- Orações para o seu Anjo da Guarda
- Orixás na Umbanda e no Candomblé, Os
- Palavras de Sabedoria
- Pompoarismo e Tantrismo
- Preces Espíritas para Todos os Momentos
- Salmos da Bíblia, Os
- Tarô do Cigano – com 36 cartas coloridas
- Tarô dos Anjos
- Tarô Encantado dos Gnomos

Atividade Principal

Presidente e Editor-Geral da Madras Editora Ltda.

Atividades Paralelas

Também é membro das seguintes organizações:

- Fraternidade Rosacruz – Amorc – 1995
- Ordem Civil e Mil. Cavaleiros do Templo – Grã-Cruz – 1996
- Diretor da Assoc. Brasileira de Arte e Cultura Histórica - Grau Comendador – 1998
- Ordo Templi Orientis – OTO – 1999 (WLUX)
- Soberana Ordem de Fraternidade Universal - Grau Comendador – 1999
- Baba Elegan – Federação Espírita Guardiões da Luz
- Diretor da Associação dos Profissionais de Imprensa de São Paulo
- DD. Membro da Comissão de Relações Corporativas e Institucionais da OAB/SP – Ordem dos Advogados do Brasil – 2004
- Membro do Conselho Consultivo da Câmara Brasileira do Livro – CBL – 2005-2007
- Diretor Editor da Câmara Brasileira do Livro – CBL – 2007
- Hóspede Oficial da Estância Turística de Águas de São Pedro – 2005
- Aplausos da Estância Turística de Águas de São Pedro – 2005
- Cidadão Sorocabano - 2008
- Jornalista Colaborador do Jornal da Madras & Rede Colméia
- Jornalista Responsável da revista Palavra Maçônica
- Jornalista Responsável do Guia Domínio de Negócios
- Jornalista Responsável do Jornal de Umbanda Sagrada

Curriculum Maçônico (Resumido)

Publicado por Editor em 26 Mai 2008 | sob: Curriculum Resumido - Maçônico e Profano

WAGNER VENEZIANI COSTA

CIM – 176691
ARLS ALVORADA – n° 1352
APRENDIZ – 09/03/1994
COMPANHEIRO – 12/04/1995
MESTRE – 27/09/1995

CARGOS

- MESTRE-DE-CERIMÔNIAS – 10/05/1995
- ORADOR – 14/05/1997
- DEPUTADO FEDERAL – 12/05/1999
- M. I. ARLS MADRAS 3359 - 2001/2002 - 2002/2003
- GARANTE DE AMIZADE (THE GRAND LODGE OF TEXAS) – 27/08/2002
- MEMBRO DO ILUSTRE CONSELHO (GOSP) – 2003/2006
- GRANDE BENEMÉRITO ESTADUAL DA ORDEM - Espírito Santo – 2007
- GRANDE SECRETÁRIO DE CULTURA E EDUCAÇÃO MAÇÔNICAS (GOSP) – 2003/2007
- GRÃO-MESTRE ASSINTENTE DA LOJA DE MARCA DO GRANDE ORIENTE DO BRASIL(GOB) – 2007
- GRANDE SECRETÁRIO GERAL DE RELAÇÕES EXTERIORES MAÇONICAS ADJUNTO – 2007/2008
- GRANDE SECRETÁRIO GERAL DE PLANEJAMENTO - 2008

GRAUS FILOSÓFICOS

GRAU 04 - 09/12/1996
GRAU 09 - 14/05/1997
GRAU 10 - 05/08/1997
GRAU 14 - 29/03/1999
GRAU 15 - 19/04/2000
GRAU 18 - 25/06/2004
GRAU 19 - 17/02/2005
GRAU 22 - 10/08/2005
GRAU 29 - 01/02/2006
GRAU 30 - 16/11/2006
GRAU 31 - 12/04/2007
GRAU 32 - 14/08/2007
GRAU 33 - 24/11/2007

HONRARIAS RECEBIDAS

- Miembro de Honor da Loja Igualdad n° 133 / Paraguay – Desde 24/08/2003
- Honorary Membership of Antalya Lodge nº103 – Desde 21/04/2005
- Membro Honorário da Loja Estrela do Porvir nº 3003 – Desde 29/10/1997
- Membro Honorário da Loja Tupan nº 3244 – Desde 04/06/2005
- Membro Honorário da Loja os Templários nº 2722 – Desde 25/08/1998
- Venerável de Honra da Loja Mestre Pythágoras nº 3134 - 13/09/2005
- Venerável de Honra da Loja Madras nº 3359
- Venerável de Honra da Loja Amon-Rá nº 3336
- Venerável de Honra da Loja Acqua Illuminati nº 3651
- Venerável de Honra da Loja Mount Moriah nº 3327
- Venerável de Honra da Loja Colunas Libanesas nº 3648
- Venerável de Honra da Loja São João D´Acre nº 2714
- Venerável de Honra da Loja João Otávio dos Santos nº 2916
- Venerável de Honra da Loja Paul Harris nº 2146
- Venerável de Honra da Loja Tempo-de-Estudos
- Venerável de Honra da Loja Artes Liberais nº 3781
- Venerável de Honra da Loja Cavaleiros do Grande Oriente nº 3730
- Venerável de Honra da Loja Direito Liberdade e Dignidade nº 2995
- Venerável de Honra da Loja Estrela Vargem grandense nº 3721
- Venerável de Honra da Loja Fraternidade Acadêmica Alpha e Ômega nº 3295
- Venerável de Honra da Loja Herdeiros de Hiran nº 3762
- Venerável de Honra da Loja Horus nº 3811
- Venerável de Honra da Loja Ícaro nº 3840
- Venerável de Honra da Loja Gênesis Fraterna nº 3672
- Venerável de Honra da Loja Cavaleiros do Triplo Triangulo nº 3843
- Venerável de Honra da Loja Perfeita União nº 3840
- Venerável de Honra da Loja Sentinela da Ordem nº 3645
- Venerável de Honra da Loja Sublime Harmonia e Paz nº 3510
- Venerável de Honra da Loja União e Felicidade nº 3752
- Venerável de Honra da Loja Amadeus nº 3731
- Venerável de Honra da Loja Arquitetos de Hiran nº 3738
- Venerável de Honra da Loja Arte e Imortalidade nº 3770
- Venerável de Honra da Loja Caminhos da Sabedoria nº 3213
- Venerável de Honra da Loja Cruz Templária nº 2848
- Venerável de Honra da Loja Mestre Pythágoras nº 3134
- Venerável de Honra da Loja Francisco das Chagas Barros nº 2558
- Venerável de Honra da Loja Acácia de Perus nº 3758
- Venerável de Honra da Loja Nove de Julho nº 3670
- Venerável de Honra da Loja Aleister Crowlley nº 3632
- Venerável de Honra da Loja Jardim das Acácias nº 3671
- Venerável de Honra da Loja Orvalho de Hermon nº 2966
- Mestre Maçom da Marca da Loja Barão de Mauá – SP – 2004
- Mestre Maçom da Marca da Loja Madras nº 1859 – 2005
- Venerável Mestre da Marca da Loja Madras nº 3 - 2006
- Venerável Mestre da Loja Tempo de Estudos nº 3830 - 2007
- Mestre Maçom do Arco Real – do Grande Capítulo da Loja Pégasus n°1 / Brasília/DF 2004
- Cavaleiro Templário e Cavaleiro Malta– do Grande Capítulo da Loja Pégasus n°1 / Brasília/DF 2004
- Eminente Preceptor do Preceptório Cosmos do Grande Oriente do Brasil - 2007
- Segundo Principal do Supremo Capítulo Cosmos dos Maçons do Arco Real - Exmo. Argeu - 2007
- Past Grande Registrador do Supremo Grande Capítulo dos Maçons do Santo Real Arco de Jerusalém do Estado de São Paulo/Brasil – 2005
- Grande Guarda Interno da Grande Loja de Mestres Maçons da Marca do Brasil
- Grande Oficial do Grande Oriente do Brasil dos Mestres Maçons da Marca - Grande Mestre Supervisor - 2007
- Membro Correspondente da Loja de Pesquisas Maçônicas Quatuor Coronati Lodge nº 2076 (Inglaterra)
- Past Master, pelo Capítulo Mount Moriah de Maçons do Real Arco
- Mestre da Marca, pelo Capítulo Mount Moriah de Maçons do Real Arco
- Ordem da Trolha de Prata, no grau de Excelente Companheiro, pelo grande Capítulo dos Maçons Crípticos do Brasil, filiado ao General Grand Council of Criptic Masons International
- Primeiro Principal do Capítulo do Arco Real Cosmos;
- Preceptor do Perceptório Capítulo Cosmos;
- Prior do Priorado Cosmos Capítulo Cosmos;
- Comandante Venerável dos Nautas da Arca Real, Loja Cosmos nº. 05
- Diploma de Maçom do Real Arco, pelo Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil, junto a The General Grand Chapter of Royal Arch Masons International
- Super Excelente Mestre, pelo Grande Conselho de Maçons Crípticos do Brasil, filiado ao General Grand Council of Criptic Masons International
- Vice Presidente da Academia Maçônica de Letras – São Paulo – Brasil – 2004/2007
- Jubileu de Prata do Grande Oriente do Estado de Mato Grosso do Sul - 2005
- Sumo Sacerdote do Capítulo dos Maçons do Real Arco Mount Moriah nº 19 - 2007
- Grande Colégio dos Sacerdotes Cavaleiros Templários do Santo Arco Real - Tabernáculo Brasil - 2006

OUTRAS ATRIBUIÇÕES

Jornalista (MTB 35032)
Jornalista Responsável do jornal eletrônico Nova Era Maçônica 2003/2007
Jornalista Responsável da revista Palavra Maçônica 2004/2006
Jornalista Responsável do Guia Domínio de Negócios
Jornalista Colaborador do Jornal da Madras & Rede Colméia