INTRODUÇÃO À EDIÇÃO BRASILEIRA

Por Wagner Veneziani Costa

Meus Caros Irmãos e Amigos,

Recebam os meus mais Sinceros Votos de Luz, Amor e Paz!!!

Editar, coordenar e produzir uma obra como esta é motivo de muito orgulho. Esperei muitos anos para poder publicar esta enciclopédia em língua portuguesa. Agora, quero dividir e agradecer a todos os meus amigos, irmãos, frateres e leitores, pois conseguimos, juntos, realizar mais um de meus sonhos.
Como editor da Madras, sempre busquei fazer nossas obras com o mais puro amor, com muita dedicação e carinho. Divulgá-las e colocá-las à disposição da maioria dos brasileiros (dentre outros países de língua portuguesa) não é tarefa fácil. Até porque, infelizmente, ainda hoje sofremos os resultados da histeria, das encenações narcisistas e das conotações históricas negativas. Por um lado, um pouco disso se deve a interesses da mídia ou de psicoses; por outro lado, pelas doutrinas e dogmas de diversas religiões que estão espalhadas pelo mundo afora, para escravizar ainda mais o ser humano, deturpando e distorcendo o “Ocultismo”. Mas não estamos aqui para criticar quem quer que seja, e lembramos sempre que todas elas, as religiões, possuem uma centelha divina. Estamos aqui para festejar a nossa vitória! Então, vamos lá…
Não tenho dúvidas quando afirmo que a Golden Dawn foi a maior dentre as ordens secretas de Magia do passado, a Pedra Fundamental. A maior contribuição dessa Ordem foi e é ensinar seus membros a respeito do Hermetismo, das Ciências Ocultas e da Magia e a torná-los mais que humanos. Um processo que conduz à realização do EU.
Quem de nós não parou algumas vezes para pensar a respeito das Sombras? Mas, para todo estudioso, esse é um caminho essencial que se deve ser traçado, pois é fundamental que nos conheçamos inteiramente…
Ocultismo é um conjunto de práticas e teorias cujo maior objetivo é desvendar os segredos contidos na Grande Mãe Natureza, o Universo. O Ocultismo trata de um tipo de conhecimento que está além da esfera do conhecimento empírico, o que é sobrenatural e secreto, aquilo que precisa ser revelado. Está relacionado aos fenômenos sobrenaturais, ou seja, são conjecturas metafísicas e teológicas.
Muitas vezes o ocultista é referenciado como Mago (Sábio), Pagão, Bruxo, Místico; e outras, como Rebeldes, sendo por muito tempo perseguidos, excluídos e condenados. As raízes mais antigas conhecidas do Ocultismo são os mistérios do Egito, relacionados com o deus Hermes ou Thoth. Essa parte do Ocultismo, ou doutrina, é tratada no Hermetismo.

Princípios do Hermetismo

O Hermetismo, em sentido estrito, surgiu no final da época helenística, afirmando-se como uma revivescência de um legado egípcio. Compunha-se, como seu antepassado, de um complexo de conhecimentos em que se destacavam a Astrologia, a Alquimia e a Magia. Segundo essa tradição, o deus egípcio Thoth (Hermes para os gregos, Mercúrio para os romanos) teria sido o portador dos primeiros conhecimentos que os homens receberam sobre a matemática, a escrita e as ciências da natureza em geral (sem se esquecer de que, nessa perspectiva, a natureza é encarada sempre como manifestação do espírito, e não como território puramente “material” isolado).
Hermes significa “mensageiro ou intérprete da vontade dos deuses (daí o termo Hermenêutica). Era um deus da mitologia grega, correspondente ao Mercúrio romano. É um dos 12 deuses do Olimpo. Filho de Zeus e de Maia, nasceu na Arcádia, revelando logo extraordinária inteligência.
Thoth é o nome em grego de Djehuty, um deus pertencente ao panteão egípcio, conhecido como deus da sabedoria, um deus cordato, sábio, assistente e secretário-arquivista dos deuses. É uma divindade lunar (o deus da Lua) que tem a seu cargo a sabedoria, a escrita, a aprendizagem, a magia, a medição do tempo, entre outros atributos.
Os Princípios da Verdade são sete; aquele que os conhece perfeitamente possui a Chave Mágica, com a qual todas as Portas do Templo podem ser abertas completamente. São eles o Princípio do Mentalismo, da Correspondência, da Vibração, da Polaridade, do Ritmo, da Causa e Efeito e do Gênero. Eis a síntese de cada um deles:
Lei do Mentalismo: “O Todo é Mente; o Universo é mental.”
Lei da Correspondência: “O que está em cima é como o que está embaixo. E o que está embaixo é como o que está em cima.”
Lei da Vibração: “Nada está parado, tudo se move, tudo vibra.”
Lei da Polaridade: “Tudo é duplo, tudo tem dois pólos, tudo tem o seu oposto. O igual e o desigual são a mesma coisa. Os extremos se tocam. Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliados.”
Lei do Ritmo: “Tudo tem fluxo e refluxo, tudo tem suas marés, tudo sobe e desce, o ritmo é a compensação.”
Lei do Gênero: “O Gênero está em tudo: tudo tem seus princípios Masculino e Feminino, o gênero se manifesta em todos os planos da criação.”
Lei de Causa e Efeito: “Toda causa tem seu efeito, todo o efeito tem sua causa, existem muitos planos de causalidade, mas nenhum escapa à Lei.”
O Hermetismo é a base de todo o misticismo ocidental, enquanto os Vedas o são do oriental. Não existe religião oriental que não tenha como base os ensinamentos dos Vedas. No Ocidente também não há nenhuma organização que possa dizer que não possui o Hermetismo como base, seja ela a Alquimia, a Cabala, a Magia, a Maçonaria, o Rosacrucianismo e muitas outras, juntamente com todas as religiões, direta ou indiretamente, são “filhas” do Hermetismo. Falamos de duas fontes básicas, mas vale salientar que na verdade elas têm uma mesma origem. Apenas uma parte entrou neste ciclo de civilização através dos Vedas, e outra, pelo Egito. Atualmente, estamos vendo um reencontro entre as duas fontes; já é bem grande o sincretismo entre as doutrinas orientais e as ocidentais. Todos esses conceitos de magia e ritual se tornaram elementos centrais de muitas outras tradições, como a Wicca, a Thelema e outras formas de espiritualidade atuais.

A Golden Dawn

O fundador da Golden Dawn foi William Wynn Westcott, por volta de 1888, em Londres. Os outros fundadores e sócios de Westcott eram William Robert Woodnam, médico e cabalista, e Samuel Liddell MacGregor Mathers, ocultista e grande estudioso. Os três eram maçons e pertenciam a uma Ordem que no Brasil chamamos de Ordens de Aperfeiçoamento Maçônico (Grande Oriente do Brasil). Na verdade, tratam-se de Ordens Além da Maçonaria Simbólica, e este é exatamente o título de um obra recentemente traduzida e editada pela Madras, de autoria de Keith B. Jackson, que traz um resumo de cada uma dessas Ordens, as quais são praticadas na Inglaterra.
A Ordem que mencionei anteriormente, e à qual os três pertenciam, era a Societas Rosicruciana in Anglia, ou Inglaterra (Sociedade Rosa-Cruz em Anglia). Essa Ordem foi fundada em 1867 por Robert Wentworth Little, com incentivo de muitos outros maçons. Baseia-se em tradições e simbolismos de uma Ordem muito antiga, conhecida como Fraternidade da Rosa e da Cruz. Alegavam que as suas origens eram de um caráter imortal, real ou mítico, conhecido como Christian Rosenkreutz.
Essa Sociedade serviu como modelo para as modernas sociedades na Escócia e nos Estados Unidos. Atualmente, nessa Sociedade são conferidos nove Graus: I - Zelador; II - Theoricus; III - Practicus; IV - Philosophus; V - Adeptus Minor; VI - Adeptus Major; VII - Adeptus Exemptus; VIII - Magister e IX - Magus. Para fazer parte desse Colégio (Sociedade), todos os candidatos devem ser Mestres Maçons ativos e pertencerem a Obediências Regulares, ou seja, que possuam tratados de reconhecimento com a Grande Loja Unida da Inglaterra. Além disso, os candidatos devem ter caráter e abraçar os princípios do Cristianismo; espera-se que todos possam ter habilidade suficiente para apreciar os estudos da Sociedade, que incluem a revelação de Filosofia, Ciência e Teosofia.
E por falar em Teosofia, Westcott era membro da Sociedade Teosófica, que foi a força motriz da fundação da Golden Dawn. Mathers era um intelectual, falava mais de oito idiomas, era tradutor e pesquisador; além disso, possuía um grande talento para escrever trabalhos e rituais, integrando-os com o simbolismo oculto.
Os manuscritos de Cypher foram a base da Golden Dawn; diferentemente da Maçonaria, aceitavam mulheres e homens, desde que fossem cristãos. Já na Maçonaria, só podem ingressar homens que acreditem em um Ser Supremo. Esses manuscritos foram encontrados e cifrados por Westcott, no meio da papelada de Kenneth Mackenzie, ocultista inglês e discípulo de Eliphas Levi. Para muitos, esses textos foram ditados (revelados); outros acreditam que eles foram até mesmo canalizados.

Os membros famosos da Ordem

Várias pessoas famosas participaram da Golden Dawn; citarei alguns exemplos: a atriz Florence Farr; a revolucionária irlandesa Maud Gonne; o jornalista e escritor de novelas e contos de terror e fantasia, Arthur Machen; o poeta irlandês, senador e detentor do Prêmio Nobel de Literatura de 1923, William Butler Yeats, que em 1924 compartilhou o Prêmio Gothenburg de Poesia com Rudyard Kipling; e o maior ocultista do século XX, Edward Alexander Crowley, mais conhecido como Aleister Crowley, que concebeu a doutrina de Thelema e, em 1907, fundou a Astrum Argentum.
Dizem que Bram Stocker, autor do livro Drácula (editado pela Madras), também fazia parte da Golden Dawn, mas não se tem provas documentais sobre isso. Dion Fortune, Austin Osman Spare, Allan Bennett, Sam Rohmer, Edita Montés, William Peck, Gerard Kelly são outras personalidades que pertenciam à Ordem.
Não poderíamos deixar de citar John Dee (13 de julho de 1957-1608), matemático, geógrafo, astrólogo, alquimista, filósofo (hermético), astrônomo e conselheiro particular da rainha Elizabeth I (na verdade era seu astrólogo e mago). Ele foi, sem dúvidas, um dos homens mais instruídos de seu tempo.
Dee era um cristão fervoroso, mas a sua interpretação a respeito de religião foi influenciada pelas doutrinas hermética e platônica que eram dominantes na Renascença. Ele também acreditava que os números eram a base de todas as coisas e a chave para o conhecimento. Do Hermetismo, extraiu a opinião de que o homem tem potencial para o poder divino, e acreditava que esse “divino” poderia ser exercido por meio da Matemática.
Ele desenvolveu um sistema de magia cerimonial, mais conhecido como Magia Enochiana ou simplesmente “enochiana”, que consistia em um sistema de teurgia, magia angélica, psiquicamente transmitida ao alquimista. Crowley utilizou-se desse sistema na concepção do Liber 418, A Visão e a Voz.
O que venho tentando explicar é que a proposta da Golden Dawn era colocar em prática os rituais e os ensinamentos da Magia, que eram fortemente influenciados por John Dee, Eliphas Levi e Francis Barret, entre tantos outros. Seus ensinamentos são fundamentados em graus de aprimoramento, em que o estudante evolui de acordo com as suas aptidões. São 11 graus divididos em três classes… Esses graus estão baseados na Árvore da Vida, proveniente da Qabalah ou Kabbalah.

Eliphas Levi

Já que o citei anteriormente, quero aguçar a curiosidade dos leitores. Preciso falar a respeito do abade francês Alphonse Louis Constant, conhecido nos meios ocultistas como Eliphas Levi Zahed (tradução hebraica de seu nome). Ele é considerado por muitos, o mais importante ocultista do século XIX. Nasceu no dia 8 de fevereiro de 1810, em Paris, filho do sapateiro Jean Joseph Constant e da dona de casa Jeanne-Agnès Beaupurt.
Embora saibamos que os estudos ocultistas de Levi começaram no mosteiro, a data de sua iniciação, propriamente dita, ainda é duvidosa. Sabe-se que ele colaborou e foi amigo do famoso iniciador, o mago Papus. No entanto, tudo indica que o ocultista polonês Hoene Wronski tenha sido o seu introdutor no “Caminho”. Inclusive, ao falecer em 1853 em Paris, Wronski deixou 70 manuscritos catalogados por sua esposa a Eliphas Levi; outros foram doados à Biblioteca Nacional de Paris.
Em 1855, Levi fundou a Revista Filosófica e Religiosa, sendo que vários artigos da mesma seriam posteriormente utilizados em seu livro A Chave dos Grandes Mistérios, editado pela Madras. Nesse mesmo ano, publicou sua obra mais conhecida: Dogma e Ritual de Alta Magia, também editada pela Madras, desvendando as várias faces do saber mágico. Publicou também o poema Calígula, retratando na personagem o imperador Napoleão. Desse modo, foi preso imediatamente, sendo solto após algum tempo.
Em 1859, publicou História da Magia, no qual relata o desenvolvimento mágico ao longo da história, e que compõe, com os dois livros anteriores, o conjunto de obras ocultistas tidas como uma “bíblia” por todos os que vieram a estudá-las. Eliphas Levi não foi apenas um grande ocultista, mas também um grande homem.

A fragmentação da Golden Dawn

Quando Mathers passou a chefiar sozinho a Golden Dawn, criou uma Ordem interna: a Rubrae Rosae et Aurae Crucis (R.R.A.C.). Após vários episódios dramáticos, Mathers afastou-se da Golden Dawn e, em 1900, a Ordem foi dividida em diversos segmentos: Ordem de São Rafael; Stella Matutina; Alfa-Ômega; Luz Interior e Builders of the Adytum.
Portanto, como se pode ver, a Ordem original foi fragmentada, e eu, particularmente, estou tentando de várias formas unificá-la. Apesar de não serem poucos os problemas, coloco-me à disposição das autoridades da Ordem, na Inglaterra, para ser eleito no Brasil, quiçá na América do Sul, como Grão-Mestre da Golden Dawn. Apesar de ter a palavra de vários Mestres que compõem a O.T.O. de que isso é apenas uma questão de tempo, gostaria de manifestar a minha “vontade” (thelema) e farei tudo o que estiver ao meu alcance para reativar a Golden Dawn no Brasil. Que os líderes desses segmentos contem com meu apoio, com minha ombridade, com minha dedicação e, principalmente, com a minha fé.

Santo Anjo Guardião

Não poderia falar sobre Magia sem mencionar AbraMelin e seu texto sagrado, que nos traz uma magia incorruptível dos Santos Anjos. A propósito, ao introduzir o leitor a esta edição brasileira de A Golden Dawn, creio ser fundamental apresentar-lhes os conselhos de Abraham bem Simão a seu filho Lamek, que se encontram na obra Santo Anjo Guardião – A Magia Sagrada de AbraMelim, o Mago, lançado pela Madras Editora:
“Lamek, por que lhe é dado este livro? Porque se leva em consideração sua condição de último filho e, por este livro, conhecerá o que lhe pertence. Quanto a mim, cometeria uma falta grave se o privasse dessa graça de Deus que me foi concedida com tanta liberalidade e profusão.
Neste Primeiro Livro, tratei de evitar explicações demasiadamente abundantes, com a intenção de expor essa ciência venerável e indubitável, cuja verdade sincera e direta não necessita de muitos esclarecimentos e longas exposições.
Bastará que seja obediente a tudo que lhe disser, que seja sincero, bom e realista, para obter um benefício ainda maior do que me irá prometer.
Deus, o único e santo, não concede a todos o talento necessário para poder conhecer e penetrar os altos mistérios da Cabala e da Lei, e, mais ainda, temos de ter consciência e nos contentar com o que o Senhor nos dá, e, se pretendêssemos ir contra a sua vontade divina e voar mais alto do que Ele nos permite, como seu filho Lúcifer, cairíamos, e essa queda seria vergonhosa e fatal.
Por essa razão, é preciso que seja extremamente prudente e compreenda a intenção que tenho ao descrever essa operação e que, levando em conta a sua juventude, não pretendo outra coisa senão animá-lo a empreender a busca dessa Magia Sagrada. A forma de adquiri-la virá logo, com toda a sua perfeição, quando chegar o tempo apropriado para isso.
Depois, tudo que lhe será ensinado será feito por mestres mais elevados que eu e, ainda, pelos Santos Anjos de Deus. Neste mundo ninguém nasce sendo mestre e, por isso mesmo, todos somos obrigados a um aprendizado. Só aprende aquele que estuda e se aplica, e para um homem não pode existir uma referência mais baixa e vergonhosa do que ser chamado de ignorante.”

Essa referida edição de Santo Anjo Guardião coloca à disposição do leitor de língua portuguesa uma das mais fascinantes e antigas obras sobre a Magia Sagrada de AbraMelin. A obra é dividida em três livretos. O Livro I traz a autobiografia de Abraão, o Judeu, na qual ele descreve os anos em que procurou a Sagrada Sabedoria e as suas decepções pelo caminho. O Livro II é composto de instruções para a Magia Sagrada, que Abraão afirma ter copiado de próprio punho do original de AbraMelin. Ele também explica sua própria filosofia sobre Magia. E o Livro III é uma coleção de talismãs formados por quadrados mágicos, em cuja prática as pessoas precisam proferir juramento ao dar suas Obrigações. Nela você encontrará as invocações, os sinais, o lugar, as horas e os dias dos diversos anjos. O texto também mostra como conhecer e descobrir o que o futuro nos reserva. Trata-se, portanto, de leitura obrigatória a todo estudante de Ocultismo.

A Obra-prima

Israel Regardie, inglês nascido em 1907, foi atraído pela Teosofia de Madame Blavatsky, pelo Yoga e pela Filosofia Hindu. Fazia parte da Societas Rosicruciana in Anglia e foi secretário de Aleister Crowley. É graças à sua ousadia que hoje temos acesso a esta obra-prima a respeito da maior Ordem mágika dos últimos tempos.
O lançamento de A Golden Dawn – A Aurora Dourada em língua portuguesa marca um momento especial da Madras Editora, que está às vésperas de celebrar seus 14 anos de existência, dia 11 de setembro de 2008, e, sem querer ser piegas, um dia após o aniversário de minha mulher, Sônia Veneziani Costa, que me deu todo apoio para incentivar e desenvolver a espiritualidade de uma grande massa, se me permitem denominar assim, de todas as sociedades tidas como “secretas”, mas que, na verdade, são apenas um mistério de toda a existência da vida. Um viva à Humanidade!
Esperamos, com esta obra, oferecer aos nossos leitores um tratado de Magia que lhes proporcione um verdadeiro despertar a cada aurora do dia, enriquecendo ainda mais seus conhecimentos.
Com muito carinho e com muito amor,

Eu Sou Você e Você Sou Eu.
Somos apenas Um.
Eu Sou,
Wagner Veneziani Costa

Bibliografia:

ABRAMELIN. Santo Anjo Guardião – A Magia Sagrada de AbraMelin, o Mago. São Paulo: Madras Editora, 2007.
AGRIPPA, Henrique Cornélio. Compilação e notas de Donald Tyson. Os Três Livros de Filosofia Oculta. São Paulo: Madras Editora, 2008.
CICERO, Chic e TABATHA, Sandra. Essencial da Golden Dawn. São Paulo: Madras Editora, 2008.
DEE, John. A Mônada Hieroglífica. São Paulo: Madras Editora, 2004.
FELDMAN, Daniel Hale. Qabalah – O Legado Místico dos Filhos de Abraão. São Paulo: Madras Editora, 2006.
LEET, Leonora. A Kabbalah da Alma. São Paulo: Madras Editora, 2006.
LEVI, Eliphas. A Chave dos Grandes Mistérios. São Paulo: Madras Editora, 2005.
———. Dogma e Ritual de Alta Magia. São Paulo: Madras Editoral 2004.
REGARDIE, Israel. Magia Hermética – A Árvore da Vida. São Paulo: Madras Editora, 2003.
SUSTER, Gerald. John Dee. São Paulo: Madras Editora, 2007.
WESTCOTT, William Winn. Coletânea Hermética. São Paulo: Madras Editora, 2003.
———. Uma Introdução ao Estudo