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	<title>Comentários para O EDITOR</title>
	<link>http://blog.madras.com.br</link>
	<description>Wagner Veneziani Costa</description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 13:53:41 +0000</pubDate>
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		<title>Comentário em Baphomet por adriano</title>
		<link>http://blog.madras.com.br/2006/09/04/baphomet/#comment-440</link>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 16:08:42 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.madras.com.br/2006/09/04/baphomet/#comment-440</guid>
					<description>Saudações!

Muitos aspectos, muitas formas, muitas máscaras para a Sabedoria!

Texto muito bom, Ir.'. Wagner!

TFA!

Adriano
http://br.geocities.com/adrianocmonteiro</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Saudações!</p>
<p>Muitos aspectos, muitas formas, muitas máscaras para a Sabedoria!</p>
<p>Texto muito bom, Ir.&#8217;. Wagner!</p>
<p>TFA!</p>
<p>Adriano<br />
<a href="http://br.geocities.com/adrianocmonteiro" rel="nofollow">http://br.geocities.com/adrianocmonteiro</a>
</p>
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	<item>
		<title>Comentário em O PODER DOS CHIFRES por lucifer</title>
		<link>http://blog.madras.com.br/2008/07/16/o-poder-dos-chifres/#comment-437</link>
		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 06:08:38 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.madras.com.br/2008/07/16/o-poder-dos-chifres/#comment-437</guid>
					<description>Estou  emprecionado com sua matéria 
sobre os Deuses.
Bem pra mim o Diabo nunca foi um 
tento que uso meu nik como lucifer
por dois motivo não acredito que 
que um nome vem me enfluênciar a ser uma pessoa má.
e por que adoro ver as pessoas me chamarem na rua perguntando se meu nome e mesmo lucifer srsrrs
na minha cidade sou chamado de lucifer pelos amigos
e quando alguém ouve nossa dou uma oula sobre o bem e o mal pras pessoas.
Uma vez uma pessoa muito devota a Deus me perguntou
filho você não tem medo que Deus te castigue?
Eu respondi a ela não porque?
Ai ela venho me dizer que eu usava muito o nome do Diabo
então eu respondi bem minha senhora eu não uso o nome do Diabo mas sim o nome de um anjo da luz que as pessoas da igreja condenaram pra ser um Demonio.
Ai que vem minha resposta e pergunta pra vc caro editor.
Se Deus expulsou Lúcifer do ceú por Lúcifer querer ser melhor que ele que isso e um abissurdo então todos nós somos Demonios pq hoje em dia  o que o ser uma mano faz e ser melhor que o outro.
por isso nao acredito que Deus ou Lúcifer sejam bem ou mal
acredito que os dois estão do mesmo lado e rindo da cara dos que acreditam que eles são inimigos.
Bom vou parar por aqui pq ja são 02:58 da manhã e to com sono rsrsr</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estou  emprecionado com sua matéria<br />
sobre os Deuses.<br />
Bem pra mim o Diabo nunca foi um<br />
tento que uso meu nik como lucifer<br />
por dois motivo não acredito que<br />
que um nome vem me enfluênciar a ser uma pessoa má.<br />
e por que adoro ver as pessoas me chamarem na rua perguntando se meu nome e mesmo lucifer srsrrs<br />
na minha cidade sou chamado de lucifer pelos amigos<br />
e quando alguém ouve nossa dou uma oula sobre o bem e o mal pras pessoas.<br />
Uma vez uma pessoa muito devota a Deus me perguntou<br />
filho você não tem medo que Deus te castigue?<br />
Eu respondi a ela não porque?<br />
Ai ela venho me dizer que eu usava muito o nome do Diabo<br />
então eu respondi bem minha senhora eu não uso o nome do Diabo mas sim o nome de um anjo da luz que as pessoas da igreja condenaram pra ser um Demonio.<br />
Ai que vem minha resposta e pergunta pra vc caro editor.<br />
Se Deus expulsou Lúcifer do ceú por Lúcifer querer ser melhor que ele que isso e um abissurdo então todos nós somos Demonios pq hoje em dia  o que o ser uma mano faz e ser melhor que o outro.<br />
por isso nao acredito que Deus ou Lúcifer sejam bem ou mal<br />
acredito que os dois estão do mesmo lado e rindo da cara dos que acreditam que eles são inimigos.<br />
Bom vou parar por aqui pq ja são 02:58 da manhã e to com sono rsrsr
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Supremo Grande Capítulo dos Maçons do Arco Real do Brasil – GOB por HERMES PACHER</title>
		<link>http://blog.madras.com.br/2008/05/07/supremo-grande-capitulo-dos-macons-do-arco-real-do-brasil-gob/#comment-432</link>
		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 23:07:46 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.madras.com.br/2008/05/07/supremo-grande-capitulo-dos-macons-do-arco-real-do-brasil-gob/#comment-432</guid>
					<description>GOSTARIA DE SABER COMO TER ACESSO AO TEMA=TEMPLÁRIOS.

ATT.HERMES PACHER
PACHER.REPR@HOTMAIL.COM</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>GOSTARIA DE SABER COMO TER ACESSO AO TEMA=TEMPLÁRIOS.</p>
<p>ATT.HERMES PACHER<br />
<a href="mailto:PACHER.REPR@HOTMAIL.COM">PACHER.REPR@HOTMAIL.COM</a>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em O PODER DOS CHIFRES por acf.porto</title>
		<link>http://blog.madras.com.br/2008/07/16/o-poder-dos-chifres/#comment-413</link>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 19:23:52 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.madras.com.br/2008/07/16/o-poder-dos-chifres/#comment-413</guid>
					<description>Eu penso que isso tudo mostra como podemos ser manipulados facilmente, no caso pela igreja católica, devemos ter cuidado para não sermos influêciados facilmente, temos de ser livres em nossos pensamentos e crenças.

Excelente artigo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu penso que isso tudo mostra como podemos ser manipulados facilmente, no caso pela igreja católica, devemos ter cuidado para não sermos influêciados facilmente, temos de ser livres em nossos pensamentos e crenças.</p>
<p>Excelente artigo.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em A Golden Dawn - A Aurora Dourada por Nashar</title>
		<link>http://blog.madras.com.br/2008/07/24/a-golden-dawn-a-aurora-dourada/#comment-386</link>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 23:07:58 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.madras.com.br/2008/07/24/a-golden-dawn-a-aurora-dourada/#comment-386</guid>
					<description>A Editora Madras esta de parabéns em publicar "The Golden Dawn". A GOLDEN DAWN foi a Ordem que inspirou a Astrum Argentum, o BOTA, a Inner Light, a AMORC, a FRA e muitas outras ordens, mesmo que isto não seja admitido por elas.
SERGE HUTIN em sua "Histoire des Rose Croix" reconhece que todas as Ordens que surgiram depois de 1914(ano em que a Goiden Dawn entra em inatividade) devem algo à Golden Dawn.
A GD uniu a Mitologia Egípcia, os Ritos de Elêusis, a Qabalah Hebraica e a Alquimia , num sistema coerente e de uma forma que nunca antes se viu igual.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Editora Madras esta de parabéns em publicar &#8220;The Golden Dawn&#8221;. A GOLDEN DAWN foi a Ordem que inspirou a Astrum Argentum, o BOTA, a Inner Light, a AMORC, a FRA e muitas outras ordens, mesmo que isto não seja admitido por elas.<br />
SERGE HUTIN em sua &#8220;Histoire des Rose Croix&#8221; reconhece que todas as Ordens que surgiram depois de 1914(ano em que a Goiden Dawn entra em inatividade) devem algo à Golden Dawn.<br />
A GD uniu a Mitologia Egípcia, os Ritos de Elêusis, a Qabalah Hebraica e a Alquimia , num sistema coerente e de uma forma que nunca antes se viu igual.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Curriculum Profano (Resumido) por piraabc</title>
		<link>http://blog.madras.com.br/2008/05/26/curriculum-profano-resumido/#comment-334</link>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 16:31:02 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.madras.com.br/2008/05/26/curriculum-profano-resumido/#comment-334</guid>
					<description>muito bom o vosso  cv, bem elaborado, completo e se me permite até invejavel , rss mas no bom sentido , parabens por ter conseguido suas realizações e pelo que fazes em prol da humanidade em todos os sentidos principalmente maçonicos. este humilde aprendiz se regozija consigo e lhe tomo como exemplo para minha caminhada, saudações e um t.´.f.´.a.´.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>muito bom o vosso  cv, bem elaborado, completo e se me permite até invejavel , rss mas no bom sentido , parabens por ter conseguido suas realizações e pelo que fazes em prol da humanidade em todos os sentidos principalmente maçonicos. este humilde aprendiz se regozija consigo e lhe tomo como exemplo para minha caminhada, saudações e um t.´.f.´.a.´.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em A Golden Dawn - A Aurora Dourada por claudiosantos</title>
		<link>http://blog.madras.com.br/2008/07/24/a-golden-dawn-a-aurora-dourada/#comment-332</link>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 00:20:03 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.madras.com.br/2008/07/24/a-golden-dawn-a-aurora-dourada/#comment-332</guid>
					<description>Caro Wagner,

Saudações Fraternais.
Tenho acompanhado a trajetória da Madras, você e sua equipe estão de parabéns!
Gostaria de saber se o lançamento do livro Golden Dawn já tem data prevista.
Quanto a reativação da Ordem no Brasil, vai ser uma grande empreitada, mas com certeza você terá muita ajuda, visto que o terreno no Brasil é fértil para os assuntos de cunho iniciático.
Uma sugestão. Lance mais livros martinistas. O Brasil é carente de literatura nesse seguimento e a Madras lançou poucos títulos.
Um abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Wagner,</p>
<p>Saudações Fraternais.<br />
Tenho acompanhado a trajetória da Madras, você e sua equipe estão de parabéns!<br />
Gostaria de saber se o lançamento do livro Golden Dawn já tem data prevista.<br />
Quanto a reativação da Ordem no Brasil, vai ser uma grande empreitada, mas com certeza você terá muita ajuda, visto que o terreno no Brasil é fértil para os assuntos de cunho iniciático.<br />
Uma sugestão. Lance mais livros martinistas. O Brasil é carente de literatura nesse seguimento e a Madras lançou poucos títulos.<br />
Um abraço.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Jornada Cabalista – Cabalá Passo a Passo por namesmaster</title>
		<link>http://blog.madras.com.br/2006/09/20/jornada-cabalista-%e2%80%93-cabala-passo-a-passo/#comment-260</link>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 02:59:38 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.madras.com.br/2006/09/20/jornada-cabalista-%e2%80%93-cabala-passo-a-passo/#comment-260</guid>
					<description>Gostaria de parabenizá-lo pelo grande número de publicações.

Como pesquisador e cabalista, outrossim, gostaria de acrescentar alguns detalhes.

A Cabala hebraica tem os seus primeiros textos publicados apenas no século 2 a.C.

Este fato histórico inviabiliza a tese de que Moisés estava cabalmente unido neste modelo, à época de sua existência.

Certamente, ele estava no modelo, mas sob outro nome ou configuração de estruturas.

A grande questão da criação do modelo, se me permitem revelar, é uma obra do maior sábio da Grécia, Pythagoras.

No século 5 a.C., conforme documentos, o mestre criou a Ordem Pitagórica. Esta ordem, famosa por séculos, foi silenciada no início da era cristã.

Pergamionhos da ordem estão presentes em museus, dentre eles, o Museu Real Britânico.

Sem saber de seu real significado, tais documentos jazem hoje como “curiosidades” do mundo antigo.

O modelo de Pythaggoras é muito similar ao da hierarquia de poderes da kabbalah hebraica, o que me fez buscar suas causas plausíveis.

Observe que a Grécia foi dominada pelos romanos, que a espoliaram de seus tesouros. Dentre estes, sua filosofia.

No meio destas aquisições, os conhecimentos ocultos também imigraram. 

Na conquista do povo de Judá, o conhecimento da Grécia e dos Judeus, era partilhado no mesmo império.

Assim, é plausível crer na assimilação cultural do modelo grego.

Ademais, relatos da época de Pythagoras afirmam que ele materializava poderes, como o ato de andar sobre as águas, de Patmos ao continente.

Estes "milagres", muito curiosamente, são reproduzidos pelo Cristo, após a sua iniciação.

Também, curioso, é o fato de Jesus colocar Pedro no lugar de Simão. Esta alteração, pasmem, está no mesmo modelo adotado pela Ford, na relação imediata com o seu veículo Ecco Sport... e “por coincidência”, este fato a retirou de 8 anos de prejuízos consecutivos. Este enfoque, “mundano”, deixa de ser plausível nos teóricos... lastimável, porque a Cabala a meu ver, é algo prático, para ser usado hoje.

Cabe-nos, à luz da verdade, averiguar tais fatos, e confrontá-los à luz da realidade.

A Cabala hebraica adotou uma lei muito antiga, que estabelece um padrão de movimentação comunicativa.

Oportunamente adaptada, tal lei possui o caráter de unir o homem a seu Criador.
Este sublime destino é a razão maior da existência.

Na medida em que a verdadeira matemática cabalística utiliza múltiplas dimensões, intituladas de sephiroths pelos hebreus, e por "pontes de poder" no meu conceito, considero um trabalho hercúleo o esforço do povo hebreu em colocar tais regras na construção do antigo testamento.

Mais incrível, todavia, é a capacidade deste código ser acessado, eventualmente, sem o cálculo, como o caso de Bach, no período barroco. Sem tais cálculos, seus corais são provas cabais de odes a Deus em múltiplas dimensões de análise.

Também nestes auspícios, pessoas extraordinárias são inspiradas a evocar tais condições. E sob uma ótica cabal, poderíamos dizer que todo argumentyo duradouro possui algum selo de assentamento cabalístico.

Isto explica o Poder e a perda deste. 
Seria possível a reprodução de modelos de sucesso, por repetição?

A própria máxima cabalística hebraica o confirma.
A Cabala se apóia em “tradição”, ou seja, em coisas que, desde o início até o final dos tempos, hão de ser realizadas dentro de um mesmo esquema matemático. Porisso, prova cabal.

Em linhas gerais, deveríamos nos reportar aos fatos por detrás das taxações dogmáticas.

O Poder divino é um só. Existe um só código cabal.

A nomenclatura, acobertada por influências culturais é uma mera expressão de um momento histórico.

Assim, quero convidá-los, a todos, para conhecerem um pouco da aplicação da teia cabalística no momento atual.

Envolvendo cálculos elaborados por um potente software analisador de fonemas, está semi reconstituído um modelo do perfil da Cabala Ancestral, ou, o código grego.

Este código, confrontado com fatos de nossa história recente, atesta incríveis manifestações de similaridade para os negócios do Forbes (bilionários), bem como, nos conduz a intrigantes questionamentos sobre causas ocultas de desastres... incluindo Titanic e World Trade Center. Além disto, conotando uma trágica coincidência cabal com crimes, perfídias, crianças desaparecidas e outros.

Em uma abordagem fidedigna com referências práticas, o código, se assim o podemos nominar, está apto a nos auxiliar a desvendar segredos reais, vivos em nosso tempo.

O endereço é:</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de parabenizá-lo pelo grande número de publicações.</p>
<p>Como pesquisador e cabalista, outrossim, gostaria de acrescentar alguns detalhes.</p>
<p>A Cabala hebraica tem os seus primeiros textos publicados apenas no século 2 a.C.</p>
<p>Este fato histórico inviabiliza a tese de que Moisés estava cabalmente unido neste modelo, à época de sua existência.</p>
<p>Certamente, ele estava no modelo, mas sob outro nome ou configuração de estruturas.</p>
<p>A grande questão da criação do modelo, se me permitem revelar, é uma obra do maior sábio da Grécia, Pythagoras.</p>
<p>No século 5 a.C., conforme documentos, o mestre criou a Ordem Pitagórica. Esta ordem, famosa por séculos, foi silenciada no início da era cristã.</p>
<p>Pergamionhos da ordem estão presentes em museus, dentre eles, o Museu Real Britânico.</p>
<p>Sem saber de seu real significado, tais documentos jazem hoje como “curiosidades” do mundo antigo.</p>
<p>O modelo de Pythaggoras é muito similar ao da hierarquia de poderes da kabbalah hebraica, o que me fez buscar suas causas plausíveis.</p>
<p>Observe que a Grécia foi dominada pelos romanos, que a espoliaram de seus tesouros. Dentre estes, sua filosofia.</p>
<p>No meio destas aquisições, os conhecimentos ocultos também imigraram. </p>
<p>Na conquista do povo de Judá, o conhecimento da Grécia e dos Judeus, era partilhado no mesmo império.</p>
<p>Assim, é plausível crer na assimilação cultural do modelo grego.</p>
<p>Ademais, relatos da época de Pythagoras afirmam que ele materializava poderes, como o ato de andar sobre as águas, de Patmos ao continente.</p>
<p>Estes &#8220;milagres&#8221;, muito curiosamente, são reproduzidos pelo Cristo, após a sua iniciação.</p>
<p>Também, curioso, é o fato de Jesus colocar Pedro no lugar de Simão. Esta alteração, pasmem, está no mesmo modelo adotado pela Ford, na relação imediata com o seu veículo Ecco Sport&#8230; e “por coincidência”, este fato a retirou de 8 anos de prejuízos consecutivos. Este enfoque, “mundano”, deixa de ser plausível nos teóricos&#8230; lastimável, porque a Cabala a meu ver, é algo prático, para ser usado hoje.</p>
<p>Cabe-nos, à luz da verdade, averiguar tais fatos, e confrontá-los à luz da realidade.</p>
<p>A Cabala hebraica adotou uma lei muito antiga, que estabelece um padrão de movimentação comunicativa.</p>
<p>Oportunamente adaptada, tal lei possui o caráter de unir o homem a seu Criador.<br />
Este sublime destino é a razão maior da existência.</p>
<p>Na medida em que a verdadeira matemática cabalística utiliza múltiplas dimensões, intituladas de sephiroths pelos hebreus, e por &#8220;pontes de poder&#8221; no meu conceito, considero um trabalho hercúleo o esforço do povo hebreu em colocar tais regras na construção do antigo testamento.</p>
<p>Mais incrível, todavia, é a capacidade deste código ser acessado, eventualmente, sem o cálculo, como o caso de Bach, no período barroco. Sem tais cálculos, seus corais são provas cabais de odes a Deus em múltiplas dimensões de análise.</p>
<p>Também nestes auspícios, pessoas extraordinárias são inspiradas a evocar tais condições. E sob uma ótica cabal, poderíamos dizer que todo argumentyo duradouro possui algum selo de assentamento cabalístico.</p>
<p>Isto explica o Poder e a perda deste.<br />
Seria possível a reprodução de modelos de sucesso, por repetição?</p>
<p>A própria máxima cabalística hebraica o confirma.<br />
A Cabala se apóia em “tradição”, ou seja, em coisas que, desde o início até o final dos tempos, hão de ser realizadas dentro de um mesmo esquema matemático. Porisso, prova cabal.</p>
<p>Em linhas gerais, deveríamos nos reportar aos fatos por detrás das taxações dogmáticas.</p>
<p>O Poder divino é um só. Existe um só código cabal.</p>
<p>A nomenclatura, acobertada por influências culturais é uma mera expressão de um momento histórico.</p>
<p>Assim, quero convidá-los, a todos, para conhecerem um pouco da aplicação da teia cabalística no momento atual.</p>
<p>Envolvendo cálculos elaborados por um potente software analisador de fonemas, está semi reconstituído um modelo do perfil da Cabala Ancestral, ou, o código grego.</p>
<p>Este código, confrontado com fatos de nossa história recente, atesta incríveis manifestações de similaridade para os negócios do Forbes (bilionários), bem como, nos conduz a intrigantes questionamentos sobre causas ocultas de desastres&#8230; incluindo Titanic e World Trade Center. Além disto, conotando uma trágica coincidência cabal com crimes, perfídias, crianças desaparecidas e outros.</p>
<p>Em uma abordagem fidedigna com referências práticas, o código, se assim o podemos nominar, está apto a nos auxiliar a desvendar segredos reais, vivos em nosso tempo.</p>
<p>O endereço é:
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em SOMOS NÓS QUEM CRIAMOS A NOSSA REALIDADE! por Bolis</title>
		<link>http://blog.madras.com.br/2008/05/21/somos-nos-quem-criamos-a-nossa-realidade/#comment-86</link>
		<pubDate>Thu, 29 May 2008 02:09:58 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.madras.com.br/2008/05/21/somos-nos-quem-criamos-a-nossa-realidade/#comment-86</guid>
					<description>Tio Wagner...sinceramente gostei muito dos textos que você coloca aqui não aguentei terminar de ler e resolvi me expressar aqui.

Cai meio de para-quedas aqui e gostei D+....


Eternos Aprendizes.... xD

Abraço Fraternal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tio Wagner&#8230;sinceramente gostei muito dos textos que você coloca aqui não aguentei terminar de ler e resolvi me expressar aqui.</p>
<p>Cai meio de para-quedas aqui e gostei D+&#8230;.</p>
<p>Eternos Aprendizes&#8230;. xD</p>
<p>Abraço Fraternal.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Muito mais que uma editora&#8230; Uma filosofia de vida! por Felipe</title>
		<link>http://blog.madras.com.br/2006/10/09/muito-mais-que-uma-editora-uma-filosofia-de-vida/#comment-49</link>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 14:32:49 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.madras.com.br/2006/10/09/muito-mais-que-uma-editora-uma-filosofia-de-vida/#comment-49</guid>
					<description>Olá, Wagner!

Apesar de estar apenas há dois anos na Ordem, meu ânimo por conhecer cada vez mais as diferenças entre o Profano e o Divino, e entre o homem comum e o iniciado nos Mistérios da Maçonaria, aumenta a cada dia e a cada leitura. Atualmente leio dois livros da Madras: "Maçonaria, Escola de Mistérios" e "O Livro de Riham".

Venho escrevendo alguns textos sobre variados assuntos, sobretudo ligados ao Divino e à Maçonaria e um deles, pequeno, intitulei "Entre o Mundo Profano e o Mundo Divino" e encaminhei aos IIr:. de minha Loja "Virtude e Razão", do Rito Moderno.

Lembrei-me dele ao ler o texto acima, sobre a Editora MASDRAS, que situaria, juntamente com o Ir:. , em constituírem um eleo entre o Profano e o Divino (Maçônico) no meio editorial brasileiro.

Sua filosofia é a de um Justo, no caminho da perfeição, cujos passos poderiam ser seguidos por outros IIr:. tão entronizados com a Ordem quanto tens sido. Pois sou mais um entre esses IIr:. e parabenizo-o pelo sucesso alcançados pela Editora e pelo Ir:.

Segue o texto a que me referi...

"Entre o Mundo Profano e o Divino


No Mundo Profano, vivemos agruras relacionadas a toda forma de convívio com as outras pessoas, seja porque estejamos quedados pelas armadilhas das máscaras que diariamente temos de ostentar — muitas vezes para evitarmos conflitos desnecessários, sem propósitos —; seja porque deixamo-nos, quase invariavelmente, quedar pelos vícios tão propalados quanto combatidos, mas muitas vezes irresistíveis — porquanto não tenhamos lapidado ainda nosso espírito como desejamos —, tais como a intolerância, a vaidade, o orgulho, a inveja ou a cobiça. Ainda nos surpreendemos por revelarmo-nos em nossas atitudes no dia-a-dia com repreensíveis manifestações de crítica, imposturas proverbiais, insensibilidade, falas e maneiras egóicas ou mesmo grosseiras.

Somos levados a atitudes vis e absolutamente descompromissadas pelas influências maléficas daqueles que já não guardam esperanças em seu íntimo para a renovação e o enfrentamento das vicissitudes diárias com determinação e fervoroso otimismo e fé na Suprema Ordem das Coisas, que criou e orienta a vida neste Mundo.

Mas, havemos de nos lembrar que para o Grande Arquiteto do Universo, o Mundo físico em que nos encontramos emaranhado, é apenas a escola da vida que Ele engendrou para o nosso progresso espiritual. Mas, ainda nos permitiu em vida adentrarmos no Mundo Divino, para mais facilmente aprendermos, iluminarmo-nos, elevarmo-nos espiritualmente, tal como a Ordem Iniciática a que pertencemos.

Contrário à idéia de um “Mundo Profano”, temos a idéia de um “Mundo Divino”, não necessariamente religioso, não necessariamente temente a uma ordem de valores morais transitórios e impessoais, mas, e, sobretudo, tendente ao crescimento interior, ao progresso moral pessoal, ou, como mais propriamente há de dizer-se, com o processo de autoconhecimento, que forçosamente nos leva à melhor compreensão da vida, com abertura consciencial que liberta e esclarece.

Assim é que, se o Mundo Profano nos impele à direção contrária do nosso processo de autoconhecimento, da abertura consciencial, com a superação dos vícios, pelo incessante desbaste da pedra bruta de nosso íntimo, e da gnose da vida pelo estudo e pelo debate, já temos ao nosso alcance as ferramentas, os instrumentos para afastar os vícios e as injustiças, porquanto com eles podemos voltar-nos ao desbaste e  ao polimento dessa pedra bruta, após nosso renascimento e o vislumbre da Luz, ainda que tênue e mesmo assim ofuscante para o verdadeiro Iniciado.

Ao encerrarmos os trabalhos de nossas augustas oficinas, cabe ao Venerável lembrar-nos de que “a Luz que ilumina o Templo deverá irradiar-se por todo o Universo”, deixando clara a lembrança de que os seus obreiros devem diligenciar para o progresso dessa Humanidade, levando-lhes mensagens de mais otimismo, autoconfiança e esperança no porvir, propugnando pelo trabalho, pelos valores culturais que teve o homem capacidade de desenvolver, pela beneficência e solidariedade que lhe é inerente expressar, pois ainda se encontra essa Humanidade envolta em penumbra, ainda inconsciente de seus valores e da Luz que também poderia vislumbrar.

Por isto é que se revela estranha para o Iniciado a influência do Mundo Profano sobre o Mundo Divino, porquanto deva ser justamente o contrário: O Mundo Divino é que deve influenciar o outro, pois constitui dever daquele, que teve a oportunidade de ver a Luz, levar essa impressão ao profano que, desorientado e ignorante de seus próprios desígnios, não a enxerga e nem enxerga a si mesmo.

Não se haveria, portanto, de se permitir que as agruras e vicissitudes do dia-a-dia do Mundo Profano façam-nos quedar em vícios já conhecidos e golpeados pelo cinzel da nossa vontade e pela força do maço que já ostentamos, como um daqueles instrumentos. Afinal, já iniciamos a construção de nosso Templo interior, reconhecendo-nos homens livres e de bons costumes."</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Wagner!</p>
<p>Apesar de estar apenas há dois anos na Ordem, meu ânimo por conhecer cada vez mais as diferenças entre o Profano e o Divino, e entre o homem comum e o iniciado nos Mistérios da Maçonaria, aumenta a cada dia e a cada leitura. Atualmente leio dois livros da Madras: &#8220;Maçonaria, Escola de Mistérios&#8221; e &#8220;O Livro de Riham&#8221;.</p>
<p>Venho escrevendo alguns textos sobre variados assuntos, sobretudo ligados ao Divino e à Maçonaria e um deles, pequeno, intitulei &#8220;Entre o Mundo Profano e o Mundo Divino&#8221; e encaminhei aos IIr:. de minha Loja &#8220;Virtude e Razão&#8221;, do Rito Moderno.</p>
<p>Lembrei-me dele ao ler o texto acima, sobre a Editora MASDRAS, que situaria, juntamente com o Ir:. , em constituírem um eleo entre o Profano e o Divino (Maçônico) no meio editorial brasileiro.</p>
<p>Sua filosofia é a de um Justo, no caminho da perfeição, cujos passos poderiam ser seguidos por outros IIr:. tão entronizados com a Ordem quanto tens sido. Pois sou mais um entre esses IIr:. e parabenizo-o pelo sucesso alcançados pela Editora e pelo Ir:.</p>
<p>Segue o texto a que me referi&#8230;</p>
<p>&#8220;Entre o Mundo Profano e o Divino</p>
<p>No Mundo Profano, vivemos agruras relacionadas a toda forma de convívio com as outras pessoas, seja porque estejamos quedados pelas armadilhas das máscaras que diariamente temos de ostentar — muitas vezes para evitarmos conflitos desnecessários, sem propósitos —; seja porque deixamo-nos, quase invariavelmente, quedar pelos vícios tão propalados quanto combatidos, mas muitas vezes irresistíveis — porquanto não tenhamos lapidado ainda nosso espírito como desejamos —, tais como a intolerância, a vaidade, o orgulho, a inveja ou a cobiça. Ainda nos surpreendemos por revelarmo-nos em nossas atitudes no dia-a-dia com repreensíveis manifestações de crítica, imposturas proverbiais, insensibilidade, falas e maneiras egóicas ou mesmo grosseiras.</p>
<p>Somos levados a atitudes vis e absolutamente descompromissadas pelas influências maléficas daqueles que já não guardam esperanças em seu íntimo para a renovação e o enfrentamento das vicissitudes diárias com determinação e fervoroso otimismo e fé na Suprema Ordem das Coisas, que criou e orienta a vida neste Mundo.</p>
<p>Mas, havemos de nos lembrar que para o Grande Arquiteto do Universo, o Mundo físico em que nos encontramos emaranhado, é apenas a escola da vida que Ele engendrou para o nosso progresso espiritual. Mas, ainda nos permitiu em vida adentrarmos no Mundo Divino, para mais facilmente aprendermos, iluminarmo-nos, elevarmo-nos espiritualmente, tal como a Ordem Iniciática a que pertencemos.</p>
<p>Contrário à idéia de um “Mundo Profano”, temos a idéia de um “Mundo Divino”, não necessariamente religioso, não necessariamente temente a uma ordem de valores morais transitórios e impessoais, mas, e, sobretudo, tendente ao crescimento interior, ao progresso moral pessoal, ou, como mais propriamente há de dizer-se, com o processo de autoconhecimento, que forçosamente nos leva à melhor compreensão da vida, com abertura consciencial que liberta e esclarece.</p>
<p>Assim é que, se o Mundo Profano nos impele à direção contrária do nosso processo de autoconhecimento, da abertura consciencial, com a superação dos vícios, pelo incessante desbaste da pedra bruta de nosso íntimo, e da gnose da vida pelo estudo e pelo debate, já temos ao nosso alcance as ferramentas, os instrumentos para afastar os vícios e as injustiças, porquanto com eles podemos voltar-nos ao desbaste e  ao polimento dessa pedra bruta, após nosso renascimento e o vislumbre da Luz, ainda que tênue e mesmo assim ofuscante para o verdadeiro Iniciado.</p>
<p>Ao encerrarmos os trabalhos de nossas augustas oficinas, cabe ao Venerável lembrar-nos de que “a Luz que ilumina o Templo deverá irradiar-se por todo o Universo”, deixando clara a lembrança de que os seus obreiros devem diligenciar para o progresso dessa Humanidade, levando-lhes mensagens de mais otimismo, autoconfiança e esperança no porvir, propugnando pelo trabalho, pelos valores culturais que teve o homem capacidade de desenvolver, pela beneficência e solidariedade que lhe é inerente expressar, pois ainda se encontra essa Humanidade envolta em penumbra, ainda inconsciente de seus valores e da Luz que também poderia vislumbrar.</p>
<p>Por isto é que se revela estranha para o Iniciado a influência do Mundo Profano sobre o Mundo Divino, porquanto deva ser justamente o contrário: O Mundo Divino é que deve influenciar o outro, pois constitui dever daquele, que teve a oportunidade de ver a Luz, levar essa impressão ao profano que, desorientado e ignorante de seus próprios desígnios, não a enxerga e nem enxerga a si mesmo.</p>
<p>Não se haveria, portanto, de se permitir que as agruras e vicissitudes do dia-a-dia do Mundo Profano façam-nos quedar em vícios já conhecidos e golpeados pelo cinzel da nossa vontade e pela força do maço que já ostentamos, como um daqueles instrumentos. Afinal, já iniciamos a construção de nosso Templo interior, reconhecendo-nos homens livres e de bons costumes.&#8221;
</p>
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