Archive for setembro, 2008

22 set

Os Templarios

Por Wagner Veneziani Costa

Meus Caros Irmãos,

Minhas Cordiais Saudações…

Esse trecho foi retirado da minha obra Maçonaria - Escola de Mistérios - A Antiga Tradição e seus Símbolos (Wagner Veneziani Costa - Madras Editora - 2006, 1ª ed.), com mais de 7 mil exemplares vendidos e com 672 páginas. A segunda edição será impressa em breve, em comemoração aos 13 anos de existência da Madras Editora, comemorados em setembro/2008.
No decorrer desse texto, vocês encontrarão trechos de obras raríssimas, datadas de 1250 e outras de 1698… entre outros. E a iniciação (compromisso) de um Cavaleiro Templário…
Essa obra já foi negociada (direitos autorais) em 17 países e muito provavelmente será lançada pela maior editora maçônica do mundo, a Lewis Masonic, em Londres.
Independentemente do que os meus críticos pensam ou falam, os resultados demonstram que estamos no caminho certo.

“…Enquanto os cães ladram a caravana passa.”

Como em uma das nossas recentes reuniões percebi que houve interesse por parte de todos sobre esse assunto, resolvi dividir com vocês este capítulo a seguir. Porém, sugiro que todos conheçam essa obra referida.

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22 set

História do Ganesha

por Wagner Veneziani Costa

Ganesha pertence à família dos deuses mais populares do Hinduísmo. Ele é o primogênito de Shiva e Parvati. Shiva é a terceira pessoa da trindade hindu. É o Deus da renovação, destrói para construir algo novo (transformação). Ele é o criador da Yoga. Parvati é a filha dos Himalayas. Deusa da beleza, mãe bondosa e mulher devotada. Shiva tem alma aventureira e adora viajar montado em sua vaca branca Nandi. Infelizmente, os lugares que ele mais gosta são as montanhas inacessíveis e perigosas. Adora também os crematórios, mas sua paixão é a meditação e a Yoga. Quando pratica a Yoga, nem mesmo um terremoto o perturba.
Por algum tempo depois de seu casamento com a bela Parvati, vivendo em um bangalô no Himalaya, longe da civilização, Shiva começava a sentir falta de suas viagens; foi quando Parvati, já desconfiada, pergunta-lhe:
— Shiva, por que não viaja por uns tempos? Não sente saudades dos seus companheiros?

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